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Moto GP

Lionel Ferreira
Opinião \ sábado, abril 13, 2024
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O Autódromo Internacional do Algarve resolveu a questão e conseguiu colocar Portugal novamente numa restrita lista de países anfitriões do Moto GP. Este ano a organização do evento esmerou-se.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) recebeu, entre 22 e 24 de Março, a segunda prova do campeonato da prova rainha do motociclismo, o Moto GP. Apesar de no ano transato, ter havido constrangimentos relativos à gravilha da pista, o AIA resolveu a questão e conseguiu colocar Portugal novamente numa restrita lista de países anfitriões do Moto GP. Este ano a organização do evento esmerou-se. As forças armadas também fizeram parte do espetáculo com dois caças a sobrevoar o autódromo e com a aterragem de alguns paraquedistas na pista.

Antes do início da prova levantam-se os espetadores da bancada e, de mão ao peito, cantam em uníssono "A Portuguesa", com a cantora Áurea ao comando. Após a volta de aquecimento, alinham-se para a partida, faz-se silêncio nas bancas. O piloto português Miguel Oliveira inicia na quinta linha de partida no 15.º lugar, uma posição modesta para quem joga em casa. Apagam-se a luzes e dá-se início à prova. O nosso Falcão fez jus ao nome e alcança a 11.ª posição logo na primeira curva; o público fica em êxtase.

M.O não defrauda as espectativas e tem uma luta intensa com Quartararo e Bezzecchi à procura de chegar ao top-10. Apesar de ter chegado ao sexto posto, a poucas voltas do fim, M.O comete um pequeno erro que lhe custa três posições e acaba em nono lugar. O lugar mais alto do pódio fica Jorge Martín, o segundo para Bastianini e o rookie Pedro Acosta, com apenas 19 anos, acaba em terceiro lugar.

Um excelente fim de semana para os amantes das motas. Ressalvo apenas a demora excessiva para sair das imediações do autódromo.

Bons treinos.