De mão estendida
Como o próprio reconhece, em entrevista que concedeu ao Reflexo e que se publica nesta edição, há questões que gostaria de ver avançar com maior celeridade, questões essas que não estão diretamente dependentes, na sua execução, da Junta que lidera.
Todos sabemos e conhecemos as limitações de uma Junta de Freguesia no que respeita à execução de obras de grande envergadura. Uma Junta de Freguesia não tem orçamento que suporte intervenções para além da gestão diária de caminhos públicos e pequenas obras pontuais, como o arranjo de umas pedras que se soltem da calçada e pouco mais.
Também o município tem as suas limitações, em termos de intervenções. Veja-se o caso da Estrada Nacional 310 que atravessa parte da nossa vila e se encontra num estado lastimável. Buracos cada vez em maior número e maiores. Bermas cheias de vegetação. A Infraestruturas de Portugal é quem manda e, ao que tem sido transmitido pelos decisores políticos locais, não prevê qualquer intervenção nos próximos tempos no sentido de melhorar essas condições.
Continuamos, por isso, de mão estendida e dependentes de outros orçamentos.