
Câmara: Presidente do CART pediu “sensibilidade” para a questão das obras
A presidente do CART marcou presença na reunião de câmara desta quinta-feira, usando da palavra no final da ordem de trabalhos – no período destinado a intervenções do público – para pedir sensibilidade para a questão das obras no pavilhão do clube.
Recorde-se que na agenda constava um ponto em que o subsídio de 200 mil euros – atribuído o ano passado – transita para 2024, depois de não ter sido executado no período previsto. Maria Lopes transmitiu a Domingos Bragança que foi com “tristeza e apreensão” que viu o subsídio passar para o ano seguinte.
“Tristeza porque vemos mais uma vez adiado este projeto tão ansiado. Apreensão porque o adiamento é sinal de que nem em 2023 iremos ter licenciamento para avançar com a obra”, disse a líder máxima do clube, lembrando que o CART oferece modalidades únicas no concelho e tem elevado o nome de Guimarães em provas internacionais.
“A capacidade de resolução está dentro destas portas”, disse Maria Lopes, fazendo o convite ao executivo municipal para visitar o CART em horário de treinos “para que possam ver a urgência desta obra”.
Domingos Bragança respondeu que “a câmara apoiou as obras de legalização e licenciamento num contrato programa”, sustentando que, “ao contrário do que diz, não é só dar um simples papel, é uma licença que exige especialidades e esse pedido de especialidades deu entrada nos serviços a 23 de agosto Está em averiguação, há todo um quadro legal”, disse.
O presidente da câmara lembrou que “o projeto de arquitetura foi elaborado pelo CART”. “A câmara está a cooperar, sabemos da importância do CART, mas não é só um papel. Quando a câmara não cumpre as entidades comunitárias tiram-nos o apoio. Percebemos a dificuldade, quando no orçamento não é possível executar as obras; nós não anulamos apoios, não há falta de sensibilidade”, finalizou.
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