Câmara candidata Citânia de Briteiros às “Novas 7 Maravilhas de Portugal”
Povoação castreja que viveu a época áurea nos séculos II e I a.C. e que continuou a ser habitada como parte do Império Romano nos séculos I e II d.C., a Citânia de Briteiros começou a ser escavada em 1874, por Francisco Martins Sarmento, afirma-se hoje como um dos principais sítios arqueológicos da cultura castreja no noroeste da Península Ibérica e é candidata a ser uma das “Novas 7 Maravilhas de Portugal”.
Entre as sete candidaturas apresentadas pela Câmara Municipal de Guimarães, o monumento situado no monte de São Romão foi o escolhido para a categoria História. De resto, a autarquia candidatou a Torre da Alfândega, reconhecida pela inscrição “Aqui nasceu Portugal”, à categoria de arquitetura militar, a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, templo católico com origem românica e requalificada durante o reinado de D. João I (1385-1433), à categoria religião, a Penha à categoria turismo, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães à categoria Grandes Obras, o teleférico à categoria século XX e a Academia de Ginástica de Guimarães à categoria século XXI.
O território está ainda representado na categoria História pelo Paço dos Duques de Bragança e o Museu de Alberto Sampaio, cujas propostas foram apresentadas pela Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E., entidade que tutela esses dois edifícios.