IPSS de Caldas das Taipas recebem quase 140 mil euros em apoio municipal
A verba atribuída pela Câmara Municipal de Guimarães às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de Caldas das Taipas aproxima-se dos 140 mil euros.
Aprovados na reunião do executivo decorrida na segunda-feira, ao abrigo do Regulamento de Apoio às Instituições de Solidariedade Social, os apoios distribuem-se pelo Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, que recebe 136.400 euros para aquisição de equipamentos de lavandaria, mobiliário e ajudas técnicas, bem como obras de requalificação. Já a associação de apoio ao desenvolvimento humano Unidos nas Conquistas arrecada três mil euros para atividades de comunicação.
As verbas atribuídas à área noroeste do concelho elevam-se, por seu turno, para os 466 mil euros. Entre as IPSS contempladas, sobressaem a Cooperativa Castreja, sediada no Agrupamento de Escolas de Briteiros, que amealha 45 mil euros pela promoção do envelhecimento ativo e saudável com os projetos “Gerações em movimento” e “Gerações cruzadas”, o Centro Social D. Manuel Monteiro de Castro, em Santa Eufémia de Prazins, que arrecada 40 mil euros para a segunda fase das obras de requalificação do telhado.
Já o Centro Social Paroquial de Vila Nova de Sande recebe35 mil euros, pelo projeto Encontro de Saberes, enquanto o Centro Social e Paroquial de Donim, pelas obras de requalificação, e o Centro Social Padre José das Neves Machado, pela iniciativa Gerações em Barco, recebem, cada uma, 30 mil euros.
O apoio prestado a todo o concelho de Guimarães, repartido por 98 instituições, ascende a pouco mais de 2,41 milhões de euros, valor ligeiramente inferior ao de 2025 (2,47 milhões). O presidente da Câmara lembrou que o financiamento às IPSS sustenta “um serviço fundamental” no apoio aos idosos ou à infância.
“Estamos a falar de setores da nossa população que precisam de apoio. Esse apoio é dado através destas instituições no terreno, salientou Ricardo Araújo.
Ainda a propósito do tema, o autarca revelou que já ter pedido ao vice-presidente da Câmara e vereador da ação social, Eduardo Leite, e aos serviços municipais para “iniciarem um processo de reflexão, reorganização e preparação” de alteração ao Regulamento de Apoio às Instituições de Solidariedade Social, datado de 15 de julho de 2010.
“O regulamento precisa de ser revisto com um objetivo muito claro: clarificar onde for possível clarificar os critérios de atribuição, as ponderações, separarmos bem o que é o apoio a projetos, a infraestruturas e a equipamentos. Há um trabalho a ser feito no sentido de melhorar este regulamento", esclareceu.