Grupos folclóricos celebram Dia de Reis no centro histórico de Guimarães
Guimarães celebra o Dia de Reis com a primeira edição da iniciativa "Guimarães Canta os Reis". Durante os dias 10 e 17 de janeiro, diferentes grupos folclóricos vão levar a música até ao centro histórico da cidade. As festividades natalícias vão encerrar com a apresentação do concerto “No Natal dos Reis”, no dia 17.
Ao longo da tarde dos dias 10 e 17 de janeiro, diferentes grupos folclóricos vão animar diversos trajetos da cidade, cruzando gerações, memórias e afetos, até ao encontro final no Coreto do Jardim da Alameda. As arruadas folclóricas iniciam-se às 15h.
No dia 10 de janeiro, participam o Grupo Folclórico e Etnográfico de Lordelo, o Grupo Folclórico da Corredoura, o Rancho Folclórico de S. Cipriano de Tabuadelo e o Rancho Folclórico de Santo Estêvão de Briteiros. Já no dia 17 de janeiro, saem à rua o Grupo Folclórico de Souto, o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, o Grupo Regional Folclórico e Agrícola de Pevidém, o Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande e o Grupo Folclórico da Vila de Ponte.
As celebrações culminam na noite de 17 de janeiro, às 21h30, no Teatro Jordão, com o concerto "No Natal dos Reis", pelo grupo Adiafa, que assinala 25 anos de carreira. O espetáculo cruza o canto a cappella com novas abordagens musicais, juntando ao grupo o piano de Carlos Garcia e a guitarra do músico vimaranense Manuel de Oliveira, numa exploração contemporânea refletida no álbum "Adiafa no Natal dos Reis".
Os bilhetes para o concerto têm o custo de 7,50 euros (com descontos habituais) e estão disponíveis na plataforma BOL e nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, CIAJG, Casa da Memória e Loja Oficina. O espetáculo tem uma duração aproximada de 70 minutos.
Segundo a autarquia, com esta iniciativa, “o Município de Guimarães pretende reforçar o seu compromisso com a valorização das tradições populares, o envolvimento do movimento associativo local e a dinamização cultural do espaço público, celebrando o Dia de Reis não apenas como memória, mas como prática viva e partilhada com a comunidade”.