ENTRE está a ganhar forma — e já mexe com a comunidade
O ENTRE começou como uma ideia. Hoje já é um processo em andamento.
Nos últimos tempos, temos estado a trabalhar no terreno — a reunir, a ouvir, a ligar pessoas e projetos. Aquilo que parecia ainda distante começa agora a ganhar forma concreta: atividades a serem pensadas, espaços a serem imaginados, parcerias a acontecer.
Nada disto nasce fechado. Pelo contrário.
O programa está a ser construído com quem quer fazer parte. Com associações, artistas, grupos informais e pessoas da comunidade que decidiram sair do papel de espectadores e entrar no processo.
Ao mesmo tempo, começamos a dar passos importantes ao nível institucional.
O ENTRE integra a programação da Capital Verde Europeia enquanto iniciativa da comunidade, contando com o envolvimento do Laboratório da Paisagem, cuja presença será central em várias dinâmicas do evento.
Estamos também a desenvolver atividades com A Oficina, trazendo oficinas e experiências que cruzam criação artística, participação e território.
E iniciámos já articulação com o Município de Guimarães, no sentido de alinhar esforços e potenciar o impacto do que está a ser construído.
Ainda assim, importa dizê-lo com clareza:
nem tudo está fechado, nem tudo é perfeito.
E ainda bem.
Porque o ENTRE nunca foi pensado como um produto acabado, mas como um processo vivo. Um espaço onde as coisas se testam, se ajustam, se constroem em conjunto — com tempo, com falhas, com aprendizagem.
Continuamos, por isso, abertos a novas colaborações e propostas.
Quem quiser contribuir para enriquecer o programa ainda vai a tempo de entrar.
Acreditamos que é precisamente desta construção — imperfeita, mas partilhada — que podem nascer marcas mais duradouras na vila.
O ENTRE não está pronto.
Mas já está a acontecer.