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Junta de Freguesia é “incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila”

Redação
Freguesias \ quarta-feira, abril 01, 2026
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A acusação é do PSD Taipas e é realizada na sequência do caos no trânsito que nos últimos dois dias se tem verificado na vila, em virtude de uma obra de reparação no pavimento junto ao antigo Mercado.

Manuel Ribeiro, líder do PSD Taipas, num comunicado enviado à nossa redação, acusa a Junta de Freguesia de Caldas das Taipas de voltar a “provar que é incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila. Em apenas três dias, uma intervenção mal planeada e pior executada transformou as ruas num labirinto e a vida dos residentes num castigo”, refere.

Para o líder do PSD local, os “engarrafamentos massivos, atrasos, perdas para o comércio local e uma vila paralisada” em virtude de uma intervenção “sem garantir alternativas viáveis” com uma “sinalização pobre, confusa e irresponsável” não é um “contratempo”, mas, sim, um “padrão” de uma Junta que quando decide, “a população paga: paga em tempo, em stress, em prejuízo e em segurança”, pode ler-se no documento.

Termina afiançando que “havia alternativas razoáveis e fáceis de executar” para evitar os constrangimentos de trânsito que se têm verificado nos últimos dois dias, apontando a “inversão temporária do sentido na Avenida da República, com sinalização clara” como uma “medida elementar para evitar o bloqueio”.

Recorde-se que a obra em causa, iniciada na passada terça-feira e com previsão de terminar esta quinta-feira, tem condicionado o trânsito para quem se dirige de Guimarães para o centro da vila, impedindo o trajeto pela rua de António de Barros e canalizando todo o trafego pela Avenida do Ave (Continente) e rua 19 de Junho que, neste dois dias, têm registado um enorme fluxo de trânsito e tempos de paragem muito elevados.

 

Leia o comunicado na integra:

A Junta de Freguesia de Caldelas voltou a provar que é incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila. Em apenas três dias, uma intervenção mal planeada e pior executada transformou as ruas num labirinto e a vida dos residentes num castigo.

A Junta socialista anunciou obras na Rua António Barros e, como sempre, fez o que faz melhor: improvisar. Impôs datas, avançou sem garantir alternativas viáveis e lançou uma sinalização pobre, confusa e irresponsável. O resultado foi previsível — e aconteceu: engarrafamentos massivos, atrasos, perdas para o comércio local e uma vila paralisada.

E não, isto não é “um contratempo”. É um padrão. Quando a Junta decide, a população paga: paga em tempo, em stress, em prejuízo e em segurança.

Num período sensível, com mais circulação e mais movimento na época pascal, a Junta socialista escolheu o pior momento. Ou não sabia o que estava a fazer — ou não quis saber. Em qualquer dos casos, o resultado é o mesmo: incompetência e desrespeito por quem vive e trabalha na nossa vila.

Havia alternativas razoáveis e fáceis de executar. A inversão temporária do sentido na Avenida da República, com sinalização clara, teria sido uma medida elementar para evitar o bloqueio. Não ter sido ponderada — ou ter sido descartada sem explicação — revela falha de planeamento e incompetência dos decisores políticos da junta de freguesia socialista.