Junta de Freguesia é “incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila”
Manuel Ribeiro, líder do PSD Taipas, num comunicado enviado à nossa redação, acusa a Junta de Freguesia de Caldas das Taipas de voltar a “provar que é incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila. Em apenas três dias, uma intervenção mal planeada e pior executada transformou as ruas num labirinto e a vida dos residentes num castigo”, refere.
Para o líder do PSD local, os “engarrafamentos massivos, atrasos, perdas para o comércio local e uma vila paralisada” em virtude de uma intervenção “sem garantir alternativas viáveis” com uma “sinalização pobre, confusa e irresponsável” não é um “contratempo”, mas, sim, um “padrão” de uma Junta que quando decide, “a população paga: paga em tempo, em stress, em prejuízo e em segurança”, pode ler-se no documento.
Termina afiançando que “havia alternativas razoáveis e fáceis de executar” para evitar os constrangimentos de trânsito que se têm verificado nos últimos dois dias, apontando a “inversão temporária do sentido na Avenida da República, com sinalização clara” como uma “medida elementar para evitar o bloqueio”.
Recorde-se que a obra em causa, iniciada na passada terça-feira e com previsão de terminar esta quinta-feira, tem condicionado o trânsito para quem se dirige de Guimarães para o centro da vila, impedindo o trajeto pela rua de António de Barros e canalizando todo o trafego pela Avenida do Ave (Continente) e rua 19 de Junho que, neste dois dias, têm registado um enorme fluxo de trânsito e tempos de paragem muito elevados.
Leia o comunicado na integra:
A Junta de Freguesia de Caldelas voltou a provar que é incapaz de gerir o mínimo: a mobilidade da vila. Em apenas três dias, uma intervenção mal planeada e pior executada transformou as ruas num labirinto e a vida dos residentes num castigo.
A Junta socialista anunciou obras na Rua António Barros e, como sempre, fez o que faz melhor: improvisar. Impôs datas, avançou sem garantir alternativas viáveis e lançou uma sinalização pobre, confusa e irresponsável. O resultado foi previsível — e aconteceu: engarrafamentos massivos, atrasos, perdas para o comércio local e uma vila paralisada.
E não, isto não é “um contratempo”. É um padrão. Quando a Junta decide, a população paga: paga em tempo, em stress, em prejuízo e em segurança.
Num período sensível, com mais circulação e mais movimento na época pascal, a Junta socialista escolheu o pior momento. Ou não sabia o que estava a fazer — ou não quis saber. Em qualquer dos casos, o resultado é o mesmo: incompetência e desrespeito por quem vive e trabalha na nossa vila.
Havia alternativas razoáveis e fáceis de executar. A inversão temporária do sentido na Avenida da República, com sinalização clara, teria sido uma medida elementar para evitar o bloqueio. Não ter sido ponderada — ou ter sido descartada sem explicação — revela falha de planeamento e incompetência dos decisores políticos da junta de freguesia socialista.