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Finais escolares do Torneio de Retórica decorrem esta semana

Redação
Educacao \ segunda-feira, junho 01, 2026
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As finais de cada escola, de onde vão sair os trios para a fase decisiva da quinta decisão, realizam-se na terça e na sexta-feira, no auditório da Associação Artística Vimaranense.

Iniciativa marcante no 11.º ano de escolaridade das quatro escolas do Ensino Secundário de Guimarães, o Torneio de Retórica conhece os trios que vão disputar a fase final da quinta edição nesta semana, na sequência das finais escolares que vão decorrer no auditório da Associação Artística Vimaranense (ASMAV).

A primeira escola secundária a entrar em ação é a Francisco de Holanda, com o debate das turmas 11.º CT2 e 11.º TDS a discutirem a implantação da videovigilância no centro histórico de Guimarães, a partir das 10h00, antes de as equipas da Escola Secundária de Caldas das Taipas, das turmas 11.º CT1 e 11.º CC, debaterem a liberalização das drogas, às 15h00.

Na sexta-feira, os alunos das turmas 11.º LH4 e 11.º CT3 da Escola Secundária Martins Sarmento esgrimem argumentos sobre a proibição das redes sociais a menores de 16 anos a partir das 10h00. À tarde, a partir das 15h00, as turmas 11.º B e 11.º C, da Escola Secundária Santos Simões, contrapõem posições sobre a criação dos Estados Unidos da Europa.

O Torneio de Retórica é uma organização da Associação Artística Vimaranense - ASMAV e das escolas secundárias de Guimarães, com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães.

 Este projeto, que se realiza pelo quinto ano consecutivo, envolvendo à volta de 4000 alunos das quatro escolas secundárias públicas de Guimarães, 1400 diretamente, ocorre ao longo de todo o ano letivo, e “constitui uma festa permanente da educação pública, da vitalidade e da intervenção cívica dos jovens alunos de Guimarães”, vinca a associação.

“O Torneio de Retórica, uma atividade de natureza curricular, coordenada pedagogicamente pelas escolas e pelos seus professores, é um momento único de promoção e prática da educação para a cidadania democrática, sem paternalismos ou lógicas instrumentais externas à escola”, lê-se no comunicado.