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Festival de Barco quer subir “mais um degrau”… no programa e no público

Tiago Dias
Cultura \ sexta-feira, julho 10, 2026
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Oito bandas lusas e uma norte-americana reúnem-se para a quinta edição do festival rock. Programador João Gonçalves afirma “boas expetativas” e espera reunir 1.500 pessoas no parque de lazer de Barco.

O parque de lazer de Barco espera voltar a vibrar na próxima noite de sábado com o festival rock que acolhe desde 2022. O Barco 26 reúne um programa que evidencia a aposta nos talentos emergentes de Portugal, constituindo exceção a banda norte-americana Acid Tongue, de Seattle, criada em 2015. “Os Acid Tongue são uma banda pouco conhecida do nosso público, mas foi uma oportunidade excelente tê-los em Barco. É mesmo uma banda espetacular”, afirma João Gonçalves, programador do festival.

De resto, o Barco 26 conta sonoridades lusas, a começar por Serena Kaos, portuguesa radicada em Londres que abre a noite, e a terminar em Madmess, banda com sonoridade mais pesada. Pelo meio, há Time for T, o rock progressivo dos vimaranenses Zamora, o duo eletrónico Must be blue, de Vizela, o rock surrealista dos Flor Girino e a sonoridade mais pesada de Cobra ao Pescoço. A entrada no festival volta a ser gratuita.

Com um orçamento a rondar os seis mil euros, festival espera dar um passo em frente relativamente às edições anteriores, quer no cartaz, quer na adesão do público. “No ano passado, tivemos 1.200 pessoas. Queremos chegar às 1.500 pessoas”, estima.

João Gonçalves vinca ainda a oportunidade para conhecer “projetos de qualidade”, sejam eles de nomes emergentes ou de nomes afirmados. “Tenho muito boas expetativas para este festival. Quem for vai conhecer bons projetos. Estamos a subir um degrau para melhorar o festival”, salienta, a propósito de um evento com cerca de 20 voluntários.