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Concerto em Guimarães e sessão solene em Braga nos 50 anos da UMinho

Redação
Ciência & Tecnologia \ sexta-feira, fevereiro 16, 2024
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Orquestra universitária atua no Vila Flor esta sexta, em concerto que se repete sábado, no Theatro Circo. Esse é o dia em que a instituição assinala 50 anos, com sessão solene na reitoria, de manhã.

Já lá vão 50 anos desde que a Comissão Instaladora da Universidade do Minho (UMinho) tomou posse, assim como o seu primeiro reitor, Carlos Lloyd Braga, no Paço Arquiepiscopal de Braga, hoje a reitoria. Essa cerimónia decorrida em 17 de fevereiro de 1974 foi doravante instituída como ato fundador de uma instituição de ensino superior que comemora meio século neste fim de semana, a começar por um concerto na noite de véspera de aniversário, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF).

O equipamento cultural vimaranense acolhe a Orquestra da UMinho e o coro VianaVocale, da Academia de Música de Viana do Castelo, para a interpretação da 9.ª Sinfonia de Beethoven, uma das obras mais reconhecidas do compositor alemão, completa em 1823. A entrada é gratuita, mediante reserva. Esse espetáculo repete-se no Theatro Circo, em Braga, às 21h30 de sábado, dia de aniversário.

A manhã desse dia vai gravitar em torno da reitoria da instituição, confirmou esta quarta-feira o reitor Rui Vieira de Castro, em conferência de imprensa. A UMinho vai iniciar e encerrar a sessão solene no salão medieval do Paço Arquiepiscopal, em Braga, com um cortejo académico que replica a visita de Veiga Simão, então Ministro da Educação Nacional, para o ato fundador da universidade. “Neste ano, o cortejo académico vai desfilar pelas ruas da cidade, partindo do Arco da Porta Nova, e dirige-se depois para o Largo do Paço”, descreveu.

A sessão solene contará com intervenções do reitor, do presidente da Comissão Comemorativa dos 50 anos, João Cardoso Rosas, da presidente da Associação Académica da UMinho, Margarida Isaías, da presidente do Conselho Geral, Joana Marques Vidal, e da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato. Pelo meio, serão entregues os prémios e diplomas de mérito a alunos e as distinções de professor emérito a José Vieira, Manuel Rocha Armada, José Vieira e Paulo Pereira.

O dia conta também coma a inauguração de uma exposição sobre a UMinho na galeria do Largo do Paço, preparada para circular depois por vários concelhos da região, com a apresentação de uma biblioteca digital que reconstitui alguns dos momentos fundamentais da história da instituição, a realização de um fórum sobre ensino superior e a inauguração de um mural no campus de Gualtar, de homenagem a “docentes e trabalhadores, que são quem verdadeiramente faz a instituição”, completou o reitor.

Para Rui Vieira de Castro, o 50.º aniversário é uma oportunidade para celebrar o passado, refletir sobre o presente e projetar o futuro da UMinho. “Estamos a realizar estas comemorações com três objetivos fundamentais: o de memória, o de recordação daquilo que foi o percurso da universidade e das pessoas, o momento de reflexão sobre o presente, sobre os desafios com que nos confrontamos, as forças que temos e os projetos desenvolvidos, e ainda a projeção do futuro, o que queremos que a universidade seja na próxima década, nos próximos 20, 30, 40 anos", vincou.