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Bolsas da Câmara contemplam 13 alunos das Taipas no ensino superior

Redação
Política \ quarta-feira, fevereiro 26, 2025
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Medida insere-se na atribuição anual de 166 bolsas a estudantes em situação de vulnerabilidade, no valor de 1.500 euros cada uma. Há mais 22 alunos do norte do concelho que recebem o apoio em 2024/25.

Entre as 166 bolsas de estudo atribuídas pela Câmara Municipal de Guimarães a alunos do ensino superior cujas famílias exibem vulnerabilidade social e económica, 13 destinam-se a estudantes residentes na vila de Caldas das Taipas. Aprovado por unanimidade na reunião do executivo municipal de 24 de fevereiro, o apoio entregue a cada estudante para o ano letivo 2024/25 é de 1.500 euros, com o valor total distribuído a fixar-se nos 250 mil.

Além dos estudantes da freguesia de Caldelas, a medida municipal abrange mais 22 alunos das freguesias do norte do concelho de Guimarães: sete de Ponte, seis de Brito, três de Barco e outros tantos da União de Freguesias (UF) de Sande Vila Nova e Sande São Clemente, dois da UF de Briteiros Santo Estêvão e Donim e um de Longos.

A decisão da autarquia concluiu um processo iniciado entre 01 e 31 de outubro, com as candidaturas ao abrigo do Regulamento Municipal para Atribuição de Bolsas de Estudo a Pessoas em Situação de Vulnerabilidade; a Divisão para a Coesão e Desenvolvimento Social da Câmara recebeu 446 candidaturas, considerando 314 elegíveis para atribuição de bolsa e rejeitando 132.

Depois de ordenar todas as candidaturas elegíveis, selecionou os 166 alunos consoante o rendimento per capita das respetivas famílias, que varia entre os 11,88 e os 330,72 euros. A vereadora para a ação social destacou que a verba é “um investimento” nos jovens residentes no concelho de Guimarães que ambicionam frequentar o ensino superior, pese a vulnerabilidade económica que os afeta.

“Ajuda muito as famílias no período em que atravessamos. Ajuda os jovens a terem melhores qualificações. Ajuda à formação dos quadros técnicos entre quem reside em Guimarães, o que contribui para o desenvolvimento económico, social e cultural dos nossos jovens”, realçou Paula Oliveira.

A vereadora socialista lembrou que mais de mil estudantes foram apoiados desde 2017/18, ano letivo em que surge a iniciativa destinada a alunos até aos 30 anos.