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Um futuro sempre adiado
Sábado, Fevereiro 13, 2021

O resultado das eleições na freguesia de Caldelas, (Vila das Taipas) alinharam pela média nacional não exactamente nos valores apresentados mas pela posição relativa de cada um dos candidatos com excepção de Mayan e Marisa que inverteram a posição: Marcelo, Ana Gomes, Ventura, João Ferreira, Mayan, Marisa e Vitorino Silva.

De assinalar que Marcelo teve um resultado inferior (59,97%) ao resultado nacional e Ventura 1% superior. (12,97%)

É aceite pelos cientistas sociais que opção política/partidária de cada cidadão tem como determinantes as circunstâncias familiares, pessoais e profissionais do individuo a par com a situação sócio económica do país, concelho, freguesia.

O resultado das eleições premiaram a competência indiscutível de Marcelo Rebelo de Sousa e constituíram um forte protesto, embora em contexto inadequado e com eco nas Taipas, contra a corrupção, amiguismo, nepotismo, a governação dos “doutores”, a incompetência e imobilismo do estado e das suas instituições.

A Vila, tutelada pelo Município de Guimarães, padece, como já muitas vezes denunciado, de níveis incomportáveis de incompetência e imobilismo que nem a propaganda socialista e os milhões gastos nessa forma de enganar o povo escondem.

Os exemplos estão à vista: muito dinheiro gasto para requalificar o parque de lazer para ficar na mesma; um polidesportivo para envelhecer sem uso; uma Alameda a ser requalificada para ficar na mesma ou pior; uma cooperativa para empregar os amigos e clientela socialista que funciona sob a aparência de serviço público.

Até os sabonetes e a linha de cosméticos, apregoada na Convenção autárquica do Partido Socialista no início de 2013, depois de tanto dinheiro gasto na concepção e promoção, resultou em ZERO.

Nada se faz que verdadeiramente distinga a Vila, que a catapulte para um nível de ser obrigatório visitar. Não se faz uma obra de “bandeira”; é tudo muito poucochinho; mexer no que está feito, sem crescer, ganhar dimensão, escala e relevância.

É necessário que as Taipas tenha um desígnio, ser a “cabeça” de alguma coisa; a capital de um oficio e que essa marca seja potenciadora de crescimento e importância.

Enquanto nos ficarmos pela produção de sabonetes, o futuro escorregará das mãos dos taipenses.

Característico dos socialistas do concelho: o futuro é o que menos interessa; o que importa é a ilusão do presente.