Editorial 247: Ranking das escolas
Domingo, Janeiro 1, 2017

Desde 2001 que o Ministério da Educação tem cedido os resultados das classificações dos exames nacionais do 12º ano, por disciplina e por escola. No início, os dados foram disponibilizados de uma forma relutante mas, com o passar dos anos, o próprio Ministério acabaria por acrescentar outras informações relevantes e que vão contribuindo para uma melhor análise e comparação dos resultados de todas as escolas públicas e privadas do país.

Nos primeiros anos, a discussão centrou-se nos resultados absolutos e na divulgação das escolas que obtinham as melhores e as piores classificações. Mais adiante, a análise acrescentou a diferença entre valores das classificações obtidas nos exames e as médias internas alcançadas pelos alunos, nas diferentes disciplinas.

Neste momento, com os novos indicadores cedidos pelo Ministério, podemos aportar à discussão uma outra dimensão que nos permite uma melhor compreensão da realidade que cada escola vive.

Nesta edição, para além dos resultados absolutos, podemos conhecer a posição em que se encontram as escolas da vila de Caldas das Taipas e do restante concelho de Guimarães, tendo em atenção esses novos indicadores, caso do ““ranking do sucesso” e do “indicador de contexto”.

Nesta primeira edição de 2017 do jornal Reflexo, recordamos as primeiras eleições democráticas realizadas na freguesia de Caldelas, a 12 de dezembro de 1976 e a consequente primeira Assembleia de Freguesia que decorreu a 21 de janeiro de 1977. À volta de uma mesa de café, recordamos esse período com Mário Dias de Castro, eleito o primeiro presidente da Junta, através da LIMC (Lista Moradores Independentes Caldelas) e com José Adélio Gomes, o primeiro presidente da Assembleia de Freguesia, eleito pelo PPD/PSD.

Pela lei da vida e por questões familiares e de amizade estive presente em velórios nas últimas semanas. Pela delicadeza vivida nestas situações, não é fácil falar de outro assunto que não o da dor que os familiares e amigos atravessam neste período. No entanto, até por respeito a uma conversa mantida num desses momentos, temos de referir as condições da capela de S. Tomé quando funciona como casa mortuária. São muitas as horas que os familiares passam nesse espaço que não apresenta as condições ideais, principalmente nesta altura do ano.