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Jornal Reflexo #288

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Antes de depois de 22 de março

A 18 de março foi decretado, pelo Presidente da República, estado de emergência em Portugal, face à situação excecional de saúde pública mundial e à proliferação de casos registados de contágio de COVID-19. No dia seguinte, o Conselho de Ministros aprovou um decreto, a entrar em vigor às 00:00 de dia 22 de março, que nos levou a uma série de medidas de confinamento e isolamento social que teve, naturalmente, consequências económicas e sociais nunca vistas.

Passados 71 dias, o país tenta retomar o que lhe foi tirado por um vírus, de que muito se fala, mas para o qual não há uma solução à vista. O dia 1 de junho marca uma nova viragem na evolução das medidas que o país tem implementado para se ultrapassar a crise da pandemia. Depois do confinamento, o tempo é de recuperar a economia.

O povo português gosta de viver sob pressão. Quando ela existe, as respostas aos problemas são tomadas e assumidas mais rapidamente. Numa linguagem popular, somos um povo do “desenrasca”. No início da pandemia, ninguém estava preparado para tal. O quê? Um vírus na China? Eles que se entendam, nunca chegará a Portugal e ainda podemos ganhar com isso. Depois, foi o custar a reconhecer o que se estava a passar, precisamente porque não estávamos preparados.
Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor

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Antes de depois de 22 de março

A 18 de março foi decretado, pelo Presidente da República, estado de emergência em Portugal, face à situação excecional de saúde pública mundial e à proliferação de casos registados de contágio de COVID-19. No dia seguinte, o Conselho de Ministros aprovou um decreto, a entrar em vigor às 00:00 de dia 22 de março, que nos levou a uma série de medidas de confinamento e isolamento social que teve, naturalmente, consequências económicas e sociais nunca vistas.

Passados 71 dias, o país tenta retomar o que lhe foi tirado por um vírus, de que muito se fala, mas para o qual não há uma solução à vista. O dia 1 de junho marca uma nova viragem na evolução das medidas que o país tem implementado para se ultrapassar a crise da pandemia. Depois do confinamento, o tempo é de recuperar a economia.

O povo português gosta de viver sob pressão. Quando ela existe, as respostas aos problemas são tomadas e assumidas mais rapidamente. Numa linguagem popular, somos um povo do “desenrasca”. No início da pandemia, ninguém estava preparado para tal. O quê? Um vírus na China? Eles que se entendam, nunca chegará a Portugal e ainda podemos ganhar com isso. Depois, foi o custar a reconhecer o que se estava a passar, precisamente porque não estávamos preparados.
Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor