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Jornal Reflexo #287

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O Covid-19 e a informação

Podemos dizer que há também uma “nova lei da rolha” na questão da pandemia e há um alinhamento total da informação dos principais órgãos da comunicação social. Que temos em todos os telejornais? Sequência: número de casos fornecidos pela Direção Geral da Saúde, parte da intervenção da conferência da mesma entidade, António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa, Espanha, Itália e depois, sempre pelo lado mais caricatural, Inglaterra (menos a partir do elogio ao enfermeiro português por parte de Boris Johnson), EUA e Brasil e os “apanhados” a dar vivas a tudo e a todos.

Quanto à “lei da rolha”, basta ver que não existe acesso a informação mais detalhada. Não temos acesso a informação de proximidade, com o argumento de não se causar alarmismo social. Por outro lado, temos tido uma sequência de limitações à circulação, direitos e liberdades em nome do bem geral da população. Aqui é sempre de colocar a eterna pergunta: até onde estamos dispostos a abdicar desses direitos e liberdades em nome de um interesse comum?
Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor

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O Covid-19 e a informação

Podemos dizer que há também uma “nova lei da rolha” na questão da pandemia e há um alinhamento total da informação dos principais órgãos da comunicação social. Que temos em todos os telejornais? Sequência: número de casos fornecidos pela Direção Geral da Saúde, parte da intervenção da conferência da mesma entidade, António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa, Espanha, Itália e depois, sempre pelo lado mais caricatural, Inglaterra (menos a partir do elogio ao enfermeiro português por parte de Boris Johnson), EUA e Brasil e os “apanhados” a dar vivas a tudo e a todos.

Quanto à “lei da rolha”, basta ver que não existe acesso a informação mais detalhada. Não temos acesso a informação de proximidade, com o argumento de não se causar alarmismo social. Por outro lado, temos tido uma sequência de limitações à circulação, direitos e liberdades em nome do bem geral da população. Aqui é sempre de colocar a eterna pergunta: até onde estamos dispostos a abdicar desses direitos e liberdades em nome de um interesse comum?
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Alfredo Oliveira
Diretor