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2020-04-loja-online

Jornal Reflexo #286

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Ultrapassar a pandemia Covid-19

Já na parte final do seu livro “Sapiens”, Yuval Noah Harari escrevia que a “doença diminui a felicidade a curto prazo, mas só é fonte de angústia a longo prazo se o estado da pessoa continuar a deteriorar-se ou se a doença provocar uma dor constante e debilitante”.

Se substituirmos a palavra “doença” por “Covid-19”, essa reflexão poderá aplicar-se aos tempos que vivemos.

O que se passa em Portugal e no mundo é algo que só víamos na ficção científica ou nos livros de história. Felizmente para estas gerações europeias mais recentes, nunca soubemos o que era a verdadeira fome, nunca soubemos o que era adormecer ao som de bombardeamentos, nem tão pouco sabíamos o que era isso do isolamento social alargado a toda a população.

Vivemos tempos de muitas incertezas, marcados por uma quantidade de notícias sobre algo de que pouca gente tem certezas, ficando marcado por uma infindável sequência de “ses”.
Se o vírus continuar a espalhar-se? Se o vírus começar também a afetar outros grupos da sociedade para além dos idosos? Se não tivermos uma vacina a curto prazo? Se…

Tudo isto deixa uma população em sobressalto e o medo vai tomando conta da sociedade.
Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor

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Ultrapassar a pandemia Covid-19

Já na parte final do seu livro “Sapiens”, Yuval Noah Harari escrevia que a “doença diminui a felicidade a curto prazo, mas só é fonte de angústia a longo prazo se o estado da pessoa continuar a deteriorar-se ou se a doença provocar uma dor constante e debilitante”.

Se substituirmos a palavra “doença” por “Covid-19”, essa reflexão poderá aplicar-se aos tempos que vivemos.

O que se passa em Portugal e no mundo é algo que só víamos na ficção científica ou nos livros de história. Felizmente para estas gerações europeias mais recentes, nunca soubemos o que era a verdadeira fome, nunca soubemos o que era adormecer ao som de bombardeamentos, nem tão pouco sabíamos o que era isso do isolamento social alargado a toda a população.

Vivemos tempos de muitas incertezas, marcados por uma quantidade de notícias sobre algo de que pouca gente tem certezas, ficando marcado por uma infindável sequência de “ses”.
Se o vírus continuar a espalhar-se? Se o vírus começar também a afetar outros grupos da sociedade para além dos idosos? Se não tivermos uma vacina a curto prazo? Se…

Tudo isto deixa uma população em sobressalto e o medo vai tomando conta da sociedade.
Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor