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Jornal Reflexo #284

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A quebra de confiança na democracia

No final de janeiro, foi publicado um estudo do Centro para o Futuro da Democracia, da Universidade de Cambridge, sobre o grau de satisfação da população sobre a democracia.

O relatório partiu de um estudo que alcançou mais de 4 milhões de pessoas, numa combinação de 25 projetos internacionais, abrangendo 154 países, desenvolvido principalmente entre os anos de 1995 e 2020. Os responsáveis afirmam que o ano de 2019 “representa o mais alto nível de descontentamento democrático já registado”, tendo a percentagem de indivíduos que se dizem “insatisfeitos” com a democracia passado de 47,9%, nos meados dos anos 90, para 57,5%, na atualidade. Curiosamente, a percentagem desse descontentamento é maior nos países ditos “desenvolvidos”.

Se o pico maior da confiança na democracia coincide com o período da queda do muro de Berlim e do desmembramento da União Soviética (mais países adotaram o sistema democrático e o sentimento era de otimismo), os valores da insatisfação sobem a partir da crise económica de 2008, da crise dos refugiados e migrantes na Europa, em 2015, e das eleições na Inglaterra, EUA e Brasil, entre outros países.

Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor

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A quebra de confiança na democracia

No final de janeiro, foi publicado um estudo do Centro para o Futuro da Democracia, da Universidade de Cambridge, sobre o grau de satisfação da população sobre a democracia.

O relatório partiu de um estudo que alcançou mais de 4 milhões de pessoas, numa combinação de 25 projetos internacionais, abrangendo 154 países, desenvolvido principalmente entre os anos de 1995 e 2020. Os responsáveis afirmam que o ano de 2019 “representa o mais alto nível de descontentamento democrático já registado”, tendo a percentagem de indivíduos que se dizem “insatisfeitos” com a democracia passado de 47,9%, nos meados dos anos 90, para 57,5%, na atualidade. Curiosamente, a percentagem desse descontentamento é maior nos países ditos “desenvolvidos”.

Se o pico maior da confiança na democracia coincide com o período da queda do muro de Berlim e do desmembramento da União Soviética (mais países adotaram o sistema democrático e o sentimento era de otimismo), os valores da insatisfação sobem a partir da crise económica de 2008, da crise dos refugiados e migrantes na Europa, em 2015, e das eleições na Inglaterra, EUA e Brasil, entre outros países.

Ler o Editorial na íntegra  

Alfredo Oliveira
Diretor