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Jornal Reflexo #277

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Inauguração da EB 2,3

Foi mesmo com pompa e circunstância que tivemos a inauguração da nova EB 2,3 de Caldas das Taipas. Foi um mar de gente, onde todos se envolveram. Não conhecíamos o interior da mesma e, numa primeira impressão, podemos afirmar tratar-se de uma excelente escola, com condições que não são fáceis de encontrar em qualquer lado.
[…]

Sinceramente, esperávamos ouvir nas intervenções de 24 de junho, dia da inauguração da escola, algo mais sobre o que nos reserva o futuro em termos de população educativa, razão básica da existência das escolas. Se olharmos para os dados a nível do concelho, que em maior ou menor proporção afetam todas as freguesias de Guimarães, podemos ver que entre 2001 e 2017 o total de alunos matriculados nos ensinos pré-escolar, básico e secundário passou de um valor total de 29.534 para 22.552, uma quebra de 6.982 alunos. Se quisermos partir do princípio de que cada turma possa ter em média 22 alunos, essa quebra representa uma diminuição de 317 turmas.

Existem duas possibilidades de inverter esta situação: através de um aumento da natalidade ou de um aumento populacional em Guimarães que possa resultar de movimentos migratórios na sua direção. Não podemos esquecer que Guimarães registou uma quebra populacional entre os últimos dois censos, enquanto Braga e Famalicão, por exemplo, aumentaram a sua população.

Continuar a ler 

Alfredo Oliveira
Diretor

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Inauguração da EB 2,3

Foi mesmo com pompa e circunstância que tivemos a inauguração da nova EB 2,3 de Caldas das Taipas. Foi um mar de gente, onde todos se envolveram. Não conhecíamos o interior da mesma e, numa primeira impressão, podemos afirmar tratar-se de uma excelente escola, com condições que não são fáceis de encontrar em qualquer lado.
[…]

Sinceramente, esperávamos ouvir nas intervenções de 24 de junho, dia da inauguração da escola, algo mais sobre o que nos reserva o futuro em termos de população educativa, razão básica da existência das escolas. Se olharmos para os dados a nível do concelho, que em maior ou menor proporção afetam todas as freguesias de Guimarães, podemos ver que entre 2001 e 2017 o total de alunos matriculados nos ensinos pré-escolar, básico e secundário passou de um valor total de 29.534 para 22.552, uma quebra de 6.982 alunos. Se quisermos partir do princípio de que cada turma possa ter em média 22 alunos, essa quebra representa uma diminuição de 317 turmas.

Existem duas possibilidades de inverter esta situação: através de um aumento da natalidade ou de um aumento populacional em Guimarães que possa resultar de movimentos migratórios na sua direção. Não podemos esquecer que Guimarães registou uma quebra populacional entre os últimos dois censos, enquanto Braga e Famalicão, por exemplo, aumentaram a sua população.

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Alfredo Oliveira
Diretor