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2018-04-Reflexo-262-loja-online

Jornal Reflexo #262

1.00 IVA incl.

Projeto do centro está concluído

Editorial Alfredo Oliveira

Nesta edição, voltamos a destacar a intervenção no centro da vila de Caldas das Taipas, através de uma entrevista com o arquiteto Seara de Sá, responsável da Câmara Municipal de Guimarães, pela área do Urbanismo.

Recorde-se que se trata de um projeto que Domingos Bragança avançou em 2014, na reunião descentralizada da Câmara Municipal, realizada na vila a 30 de abril, no multiusos da Escola Secundária. 

A Câmara entrega o projeto à Universidade do Minho, em julho de 2015, e Marta Labastida, professora dessa universidade, fica a coordenar esse estudo. Esta mesma arquiteta apresenta as linhas gerais dessa intervenção numa entrevista publicada ao Reflexo, em dezembro desse mesmo ano.

O pré-projeto viria a ser apresentado a 18 de março de 2016, numa sessão pública realizada no Centro Pastoral das Taipas, onde marcou presença o Presidente da Câmara e a equipa da UMinho responsável. O público presente viu confirmadas as ideias avançadas na entrevista ao Reflexo e confirmou-se, que dessa intervenção resultaria uma redução do pavimento automóvel em 60% e um aumento de zona pedonal em 45%, com a consequente diminuição do estacionamento na zona central da vila.

O projeto final viria a ser apresentado, no mesmo local, a 3 fevereiro de 2017. Sem grandes alterações, ficavam claramente definidas três áreas de intervenção: uma área comercial, envolvente da Pr. Dr. João Antunes Guimarães; uma área de serviços, envolvente à Junta de Freguesia, e uma área ligada aos cursos de água e termas. As zonas pedonais não sofriam alterações, bem como as áreas de estacionamento, mais zona pedonal e sentidos únicos nas vias centrais da vila.

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Projeto do centro está concluído

Editorial Alfredo Oliveira

Nesta edição, voltamos a destacar a intervenção no centro da vila de Caldas das Taipas, através de uma entrevista com o arquiteto Seara de Sá, responsável da Câmara Municipal de Guimarães, pela área do Urbanismo.

Recorde-se que se trata de um projeto que Domingos Bragança avançou em 2014, na reunião descentralizada da Câmara Municipal, realizada na vila a 30 de abril, no multiusos da Escola Secundária. 

A Câmara entrega o projeto à Universidade do Minho, em julho de 2015, e Marta Labastida, professora dessa universidade, fica a coordenar esse estudo. Esta mesma arquiteta apresenta as linhas gerais dessa intervenção numa entrevista publicada ao Reflexo, em dezembro desse mesmo ano.

O pré-projeto viria a ser apresentado a 18 de março de 2016, numa sessão pública realizada no Centro Pastoral das Taipas, onde marcou presença o Presidente da Câmara e a equipa da UMinho responsável. O público presente viu confirmadas as ideias avançadas na entrevista ao Reflexo e confirmou-se, que dessa intervenção resultaria uma redução do pavimento automóvel em 60% e um aumento de zona pedonal em 45%, com a consequente diminuição do estacionamento na zona central da vila.

O projeto final viria a ser apresentado, no mesmo local, a 3 fevereiro de 2017. Sem grandes alterações, ficavam claramente definidas três áreas de intervenção: uma área comercial, envolvente da Pr. Dr. João Antunes Guimarães; uma área de serviços, envolvente à Junta de Freguesia, e uma área ligada aos cursos de água e termas. As zonas pedonais não sofriam alterações, bem como as áreas de estacionamento, mais zona pedonal e sentidos únicos nas vias centrais da vila.

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