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Jornal Reflexo #260

1.00 IVA incl.

O que podemos encontrar nas escolas de Guimarães?

O início de fevereiro ficou marcado pela apresentação dos dados sobre os exames nacionais, ao nível do ensino básico e do ensino secundário, realizados em 2017, ou seja, a divulgação dos conhecidos rankings nacionais.

A iniciativa recua ao ano de 2001, quando foram publicados pela primeira vez. O Ministério da Educação, depois de muito pressionado, começou a disponibilizar essa informação e os órgãos de comunicação social, com base nesses dados, começaram a dar conta do posicionamento das escolas privadas e públicas, utilizando as médias alcançadas pelas diferentes escolas nesses exames nacionais.

É certo que, com o passar dos anos, com mais informação, deixou-se de olhar só para essas médias e existem diferentes formas de se analisar esses resultados.

Continuamos a pensar que, apesar de alguns constrangimentos, as vantagens superam claramente os desvios que se possam fazer com esses dados.

Cada escola tem de ter a capacidade de se abstrair das análises mais superficiais que possam ser publicadas na imprensa ou nas redes sociais, para, internamente, analisar esses dados e saber potenciar essa reflexão, para melhorar a sua prestação. Deverá ter, também, a capacidade para explicar à comunidade onde se insere, esses mesmos resultados.

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O que podemos encontrar nas escolas de Guimarães?

O início de fevereiro ficou marcado pela apresentação dos dados sobre os exames nacionais, ao nível do ensino básico e do ensino secundário, realizados em 2017, ou seja, a divulgação dos conhecidos rankings nacionais.

A iniciativa recua ao ano de 2001, quando foram publicados pela primeira vez. O Ministério da Educação, depois de muito pressionado, começou a disponibilizar essa informação e os órgãos de comunicação social, com base nesses dados, começaram a dar conta do posicionamento das escolas privadas e públicas, utilizando as médias alcançadas pelas diferentes escolas nesses exames nacionais.

É certo que, com o passar dos anos, com mais informação, deixou-se de olhar só para essas médias e existem diferentes formas de se analisar esses resultados.

Continuamos a pensar que, apesar de alguns constrangimentos, as vantagens superam claramente os desvios que se possam fazer com esses dados.

Cada escola tem de ter a capacidade de se abstrair das análises mais superficiais que possam ser publicadas na imprensa ou nas redes sociais, para, internamente, analisar esses dados e saber potenciar essa reflexão, para melhorar a sua prestação. Deverá ter, também, a capacidade para explicar à comunidade onde se insere, esses mesmos resultados.

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