Dimensão de Caldas das Taipas XVIII: O nosso “Mercado” IV
Segunda-feira, Fevereiro 11, 2019

21-01-1938 A viúva de António de Sousa Marques, ex-cobrador do Mercado de Caldas das Taipas, recebe da Câmara a quantia de 100$00 para ajuda do funeral de seu marido.

14-12-1943 As taxas anuais pela utilização das barracas do Mercado das Taipas, são para as n.ºs 1 e 4: 301$00, e para as n.ºs 2 e 3: 202$00.

14-07-1944 Uma representação dos comerciantes da Vila de Caldas das Taipas, sendo o primeiro António Ribeiro e o último Joaquim Francisco Machado, pedem a alteração do horário de abertura e encerramento dos estabelecimentos da Vila, porquanto afecta gravemente as suas transacções, principalmente às Segundas-feiras, dia do Mercado semanal e aos Sábados, para o que juntam 3 ofícios, do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, Delegação de Braga, informando para a Câmara ponderar e rever o assunto, depois de ouvido o Grémio do Comércio e o Sindicato Nacional dos Caixeiros do Distrito de Braga; Do Grémio do Comércio do Concelho de Guimarães, informando que o horário da abertura e encerramento dos estabelecimentos deve prevalecer o fixado pelo Edital Camarário de 23 de Maio; porém, para as localidades que realizem semanalmente as suas feiras, como as Vilas de Vizela e Taipas, deve ser facultado o horário dos Sábados em vigor; do Sindicato Nacional dos Caixeiros do Distrito de Braga, informando que concorda que o horário aos Sábados seja transferido na Vila de Caldas das Taipas, para as Segundas-feiras, dia do Mercado semanal, mas somente neste dia.

23-10-1946 O Vereador José Francisco Rosas Guimarães, a pedido de António da Silva Barbosa, manda a pintura o telheiro do Mercado das Taipas, e a construção da barraca destinada à venda de bilhetes, respectivamente pela quantia de 960$00 e 1.000$00.

23-06-1949 Dá-se início à construção de mais uma barraca, destinada à venda de peixe no Mercado.

12-01-1950 José Vitorino de Sousa, passa o seu estabelecimento de carnes verdes, instalado nas barracas n.º 2 e 3, para seu filho António Vitorino de Sousa, averbado no respectivo alvará. 

13-03-1950 Vários comerciantes de fazendas e miudezas da Vila de Caldas das Taipas, pedem providências no sentido de não ser permitido o exercício ilegal de venda de fazendas e tecidos nos dias de Mercado, por feirantes que procedem às respectivas vendas, por meio de leilão, em qualquer local da vila. Tendo conseguido proibir o aleiloamento das fazendas e a respectiva venda fora dos lugares designados pela fiscalização.

24-01-1951 Início da reparação de uma empara e arranjo do alpendre do Mercado da vila.

30-05-1956 A Junta de Freguesia de Caldelas manda cimentar o Mercado onde assentam as mesas para a venda de peixe, em virtude do mesmo se encontrar ainda em calçada à portuguesa, não permitindo por isso a sua lavagem conveniente, o que origina a acumulação de maus cheiros.

25-10-1956 Por influência do Zelador Pedro José da Silva Gonçalves, são reparadas as barracas dos marchantese peixeiros da Praça do Mercado da Vila.

28-10-1966 O Zelador Manuel de Oliveira, em serviço na Vila de Caldas das Taipas, informa que as vendas no Mercado da Vila, aos domingos, se iniciam no fim da primeira missa que termina por volta das 7h, e porque a hora oficial é mais cedo do que os anos anteriores, em uma hora, sendo por tal motivo completamente noite, vê-se o participante e os empregados em serviço a usar lanternas para poderem fazer o serviço de cobrança. Pede então, que o serviço se faça com luz do dia. Assim fica deliberado manter o horário dos domingos e uniformizar os horários dos outros dias.

02-03-1970 O Zelador da Vila de Caldas das Taipas dá conhecimento da necessidade de reconstrução da bilheteira do Mercado.

14-08-1972 O Zelador Manuel de Oliveira pede e o Vereador das Taipas Abel Fernando de Menezes e Silva Cardoso nomeia um servente para as sentinas recentemente construídas na Praça do Mercado na Vila

05-02-1975 José de Oliveira, pede para que a taxa devida pela ocupação do estabelecimento de venda de carnes verdes, na Praça do Mercado, passe a ser liquidada em nome da nova firma, a José de Oliveira & Filho, Limitada.