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Com a estrutura do futebol reformulada, o objetivo do CC Taipas é chegar aos play-off
Com a estrutura do futebol reformulada, o objetivo do CC Taipas é chegar aos play-off
Manuel Silva
Quinta-feira, Junho 4, 2020

Tiago Rodrigues, atual presidente do CC Taipas, operou uma pequena revolução na estrutura do futebol do clube, estando já a preparar a próxima época mesmo tendo em conta o ato eleitoral agendado para o próximo dia 13 de junho.

Carlos Lima, que há vários anos no clube, assumiu o cargo de diretor geral, sendo o seu anterior cargo, de diretor desportivo, ocupado por Filipe Eusébio, que na época passada era treinador de guarda-redes e coordenador dos treinadores de guarda-redes.

Com a saída de José Augusto do comando técnico o novo treinador do CC Taipas é Rui Castro, até agora adjunto, que tem a sua primeira aventura enquanto técnico esta época. Também a formação sofre alterações, com Rui Pinto a assumir essa pasta, sendo o coordenador da formação, tal como o Reflexo anunciou em tempo oportuno.

Para além de assumir que é uma enorme responsabilidade começar a sua carreira de treinador do CC Taipas, Rui Castro mostra-se ambicioso. “É uma grande responsabilidade começar logo num histórico da AF Braga, habituado a andar pelos lugares cimeiros, também pelo que conseguimos fazer na época passada. Depois de perceberemos como serão os quadros competitivos poderemos definir metas: se for como se fala, o nosso objetivo tem de passar pelo play-off”, refere em declarações à edição de junho do jornal Reflexo.

Por seu turno, Filipe Eusébio aponta como meta a construção de uma equipa competitiva para atacar a temporada 2020/2021: “Assumir o papel de diretor-desportivo do CC Taipas trata-se de uma responsabilidade enorme e um grande desafio. Vamos tentar fazer uma equipa competitiva, como tínhamos o ano passado, apostando na continuidade do trabalho para dar alegrias à massa associativa”.

Na formação, Diogo Pinto admite que a formação do CC Taipas está fragilizada, mas promete trabalhar para criar uma base sustentada para o futuro. “A formação do clube está num momento fragilizado. Neste momento o objetivo passa por perceber qual o ponto da situação. Queremos criar uma base sustentada na formação do clube, para mais à frente podermos ser mais ambiciosos, permitindo ao clube crescer com uma estrutura sólida”, assegura.

Pode conferir a reportagem completa, com estas e outras declarações, na edição de junho do jornal Reflexo, que já se encontra nas bancas.