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Avançar
Quinta-feira, Outubro 3, 2019

Estamos na recta final da campanha eleitoral para as eleições legislativas. Passa a ser banal em período eleitoral a avalanche de propostas introduzidas em ambiente colorido e festivo com imagens de candidatos em êxtase, num frenesim de beijos e abraços, distribuindo sonhos e ilusões a torto e a direito, cavalgando as ondas de momento, como quem se despede e não pensa no futuro onde terá de prestar contas do prometido. Há quem continue a praticar a velha máxima de que sem promessas não se ganham eleições!

Felizmente ainda há honrosas excepções, que nos permitem manter alguma serenidade mental.

É decisiva a importância que estas eleições terão na determinação do futuro imediato do País. Os portugueses têm nas suas mãos a grande responsabilidade de escolher entre avançar com políticas que sejam resposta aos problemas dos trabalhadores e do Povo, só possível com o reforço da CDU, ou andar para trás votando no PSD e CDS e também no PS que, ansioso por ter as mãos livres, naturalmente – está-lhe no sangue – fará a política que sempre fez, sozinho ou acompanhado pelos partidos à sua direita.

Só o reforço da CDU é garantia de uma luta constante para o aumento dos salários, incluindo o salário mínimo nacional para 850 euros; do aumento do valor real das pensões; do combate à precariedade; de creche gratuita para crianças até aos 3 anos; de investimento nos serviços públicos e nas funções sociais do Estado, nomeadamente no Serviço Nacional de Saúde; do direito à habitação; no investimento nos transportes e no alargamento do passe social; da defesa e protecção do ambiente das agressões provocadas pelo sistema económico capitalista.

É preciso dar mais força a quem valoriza o desenvolvimento soberano do País, o trabalho e os trabalhadores, repondo o aparelho produtivo e defendendo e promovendo a produção nacional, criando justiça fiscal onerando o rendimento do grande capital e aliviando o rendimento do trabalho.

Mais força porque está em causa a continuação e aprofundamento de políticas de recuperação integral de direitos conquistados, de melhoria das condições de vida de grande parte da população portuguesa que vive com salários que não lhe permitem sair do limiar da pobreza. Está em causa acabar com o enorme fosso entre ricos e pobres, criando condições de vida dignas para todos os portugueses.

O meu voto vai para a CDU, porque quantos mais votos a CDU tiver, mais força terá para salvaguardar os interesses do nosso Povo e do País!