“Jackpot” para Armindo Araujo no Rallye Casinos do Algarve
Quarta-feira, Novembro 30, 2005

Está encerrada mais uma época do nacional de rallyes, e o titulo de pilotos foi entregue ao piloto de Santo Tirso, Armindo Araújo aos comandos do Mitsu-bishi Lancer de grupo N.

O rallye Casinos do Algarve, disputado nos passados dias 18 e 19 do mês de Novembro, foi sem dúvida alguma uma verdadeira arena onde tinhamos como “gladiadores” Armindo Araújo, Fernando Peres, José Pedro Fontes e por fim Miguel Campos, todos eles com legitimas expectativas de alcançaram o ceptro.
Foi uma prova marcada por condições atmosféricas extremamente adversas, em que a chuva condicionou e de que forma, o desenrolar da prova de qualquer piloto.
O primeira baixa do rallye foi Fernando Peres que logo na classificativa inaugural, viu o seu Mitsubishi Lancer “calar-se” determinando um atraso siginificativo do piloto portuense hipotecando desde logo a possi-bilidade de lutar pelo titulo, terminando num 4º lugar do agrupamento de Produção suficiente para sair do Algarve com o titulo de Produção.
Na sexta classificativa, Miguel Campos o piloto do peugeot 206, não completaria a tomada de tempos, uma vez que o denso nevoeiro que se fazia sentir ditou a saida de estrada do carro francês encerrando de forma ingloria a sua participação no nacional, sabendo-se de antemão que a Peugeot já não contará com os seus serviços na próxima época.
Em posição mais fragilizada, tendo em conta que as sua possibilidades de obter o titulo eram mais remotas, José Pedro Fontes optou por uma toada de evitar riscos desnecessários, tendo por fim último alcançar o tão ambicionado titulo da classe S1600 logrando-o no final.
Quem mais uma vez esteve em destaque – para a próxima época será a coqueluche da Peugeot – foi Bruno Magalhães que ocupou o 2º lugar do pódio.
Os algarvios depositavam enorme confiança no seu piloto local Ricardo Teodósio, porém ao contrário da edição transacta esteve uns furos abaixo do esperado. A Citroën, com Adruzilo Lopes atingiu o 7º lugar final, resultado que deixa antever uma forte incerteza quanto à participação no Nacional de 2006.
Nota extremamente negativa para o comportamento de alguns locais – leia-se moradores – que na derradeira especial atravessaram troncos e pedras em plena classificativa, causando situações embaraçosas aos diversos pilotos pondo inclusivé em jogo o resultado final dos mesmos.
Foi uma campeonato extremamente competitivo tanto no ambito de resulstados desportivos bem como na envolvência de equipes do Nacional. Tratou-se de um esforço considerável por parte das marcas e que sejam criadas condições por parte da FPAK para continuar.
Parabéns a todos os que fizeram parte do espectáculo.

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