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Vimágua compra edifício sede à empresa Dias da Silva por 2,5 milhões de euros
Domingo, Julho 31, 2016

A Câmara Municipal, como principal acionista, deu luz verde à Vimágua para esta desencadear o processo de aquisição do edifício que tem vindo a funcionar como a sua sede desde 2005. O custo do edifício de 2.466.413 milhões de euros foi calculado pelo perito contratado pela Vimágua Fernando Serro.

Os moldes desta aquisição preveem a manutenção do contrato de arrendamento até ao termo do contrato, a 1 de julho de 2017. De imediato, será celebrado um contrato de compra e venda com a empresa “Construções Dias da Silva, SA”, com o pagamento de 500 mil euros de sinal. A outorga da escritura de compra e venda será efetuada a 30 de junho de 2017, contra o pagamento do restante preço, no valor de cerca de 2 milhões de euros. Para esta aquisição, a Vimágua irá proceder à contratação de financiamento hipotecário ou leasing no valor total da verba em causa.

Apesar de esta proposta recolher a unanimidade dos vereadores da reunião de Câmara de 28 de julho, não deixou de merecer alguns reparos, principalmente por parte da coligação Juntos por Guimarães (JpG).

Notícia a desenvolver na próxima edição do jornal Reflexo, nas bancas na primeira semana de agosto.

Foto:DR

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Vimágua avança com plano de valorização do Rio Selho, em Creixomil
Sábado, Novembro 21, 2015

A colocação de resíduos sólidos junto das águas residuais, assim como a não separação das águas resultantes das chuvas estão entre as razões apontadas para as escorrências no Rio Selho. Vimágua anuncia investimento de 100 mil euros.

Os vazamentos da rede de saneamento básico para o Rio Selho são devidos a “situações de carga” sobre aquela infra-estrutura. Estas situações são devidas à entrada de água pluviais, com origem na precipitação, e à introdução indevida de resíduos sólidos juntamente com as águas residuais. O esclarecimento foi feito pela Vimágua, empresa municipal de gestão da rede saneamento básico em Guimarães.

Este comunicado surge na sequência das notícias publicadas recentemente, dando conta das manifestações de representantes políticos acerca de descargas indevidas tanto no Rio Selho como no Rio Ave. Neste último caso, a empresa responsável pelas descargas que alteram as características físico-químicas da água do rio já foi identificada e notificada, esclareceu o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança.

No caso das sistemáticas descargas que ocorrem no Rio Selho, junto à Ponte do Seguro, em Creixomil, a Vimágua localiza o problema especificamente numa ligação da rede de drenagem ao interceptor do Selho, este último da responsabilidade da Águas do Norte. Será essa intercepção que não terá capacidade para suportar as “situações de carga” do sistema de saneamento básico.

A Vimágua identifica, como causa dessas escorrências para o Selho, o elevado número de ligações indevidas de águas pluviais nas redes de saneamento. Até ao início dos anos 1990 águas pluviais e águas residuais domésticas circulavam utilizando a mesma rede de drenagem. Também a introdução de resíduos sólidos na rede de saneamento provoca obstruções várias, sobretudo quando há uma sobrecarga do sistema devido às águas das chuvas.

O solucionamento destes pontos de contacto da rede de drenagem de águas pluviais e da rede de saneamento básico estão identificados e a Vimágua tem um conjunto de intervenções que estão planeadas para avançar. Desde 2010 aquela empresa diz ter identificado 600 ligações indevidas de águas prediais. De resto, a empresa tem feito campanhas de sensibilização para a separação das águas.

VIMÁGUA INICIA PLANO DE VALORIZAÇÃO DO RIO SELHO
Ao mesmo tempo que decorre a discussão política sobre a poluição dos cursos de água, a Vimágua anuncia que tem como “preocupações fundamentais” a “preservação das linhas de água e a eliminação ou minimização dos impactes ambientais adversos”, como forma de promover “a saúde pública e a sustentabilidade ambiental”.

A empresa anunciou o investimento de perto de 100 mil euros num plano de valorização do Rio Selho, cuja empreitada deve iniciar-se nos próximos dias. Esse plano terá como objectivo a eliminação de ligações indevidas entre as redes de drenagem residual e pluvial, na freguesia de Creixomil.

Serão intervencionadas 53 caixas de visita unitárias, o que deverá representar uma diminuição das escorrências de águas residuais para o Rio Selho, representando ainda uma diminuição do caudal do interceptor localizado junto à Ponto do Seguro. O prazo de execução da obra é de 90 dias.

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Vimágua desaconselha a instalação de mecanismos de tratamento da água da rede
Terça-feira, Setembro 8, 2015

Em comunicado, a Vimágua alerta para a instalação de mecanismos que alterem as características da água distribuída pela rede. Estes poderão ser nocivos à saúde.

A Vimágua veio esclarecer, através da publicação de um comunicado, que a qualidade da água distribuída através da rede pública de abastecimento não deverá ser sujeita a qualquer tratamento adicional.

O comunicado surge após alguns consumidores terem sido contactados por empresas vendedoras de aparelhos que alteram as características da água que é distribuída pela rede pública. A abordagem destas empresas baseia-se no “apelo à saúde dos consumidores”.

A Vimágua realça que a água que é distribuída pela rede de abastecimento “é uma água natural tratada, mineralizada e equilibrada, que contém sais dissolvidos em quantidades que são essenciais à saúde, tais como cálcio, ferro, magnésio, sódio e potássio”.

A água distribuída pela Vimágua “é obrigatoriamente controlada por análises rigorosas efetuadas na torneira do consumidor”, de acordo com disposições legais. A administração da Vimágua entente ser “fundamental esclarecer os consumidores que a água resultante da passagem por estes aparelhos é uma água com carência em sais minerais dissolvidos e não aconselhável ao consumo humano”.

A empresa municipal que gere a infra-estrutura de abastecimento de água aos concelhos de Guimarães e Vizela reafirma a qualidade da água distribuída. As análises à água são divulgadas trimestralmente e são monitorizadas pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

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Vimágua estende cobertura da rede de saneamento na freguesia de Ponte
Quinta-feira, Julho 23, 2015

A empresa municipal responsável pela gestão da rede de saneamento de águas residuais em Guimarães alarga cobertura na freguesia de Ponte.

A empresa municipal Vimágua, iniciou na freguesia de Ponte uma intervenção com vista à extensão da rede de recolha de águas residuais na freguesia de Ponte. A intervenção está orçada em 68 mil euros. A obra irá proceder à instalação das condutas na Rua Dr. Hugo Almeida, Rua Senra de Baixo e na Rua do Outeiro.

Após a execução da obra os habitantes dos daqueles arruamentos passarão a ter a rede acessível, sendo necessário que os respectivos proprietários procedam à ligação das águas residuais dos fogos à rede de saneamento.

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Vimágua alarga rede de abastecimento de água e saneamento
Sábado, Março 21, 2015

A intervenção tem um prazo de quatro meses e representará um investimento na ordem dos 112 mil euros.

A Vimágua vai iniciar um conjunto de obras de alargamento da rede de abastecimento de água e de saneamento básico em várias freguesias do concelho de Guimarães, como Caldelas, São Torcato e Urgezes.

As obras representam um investimento na ordem dos 112 mil euros e têm um prazo de execução de 120 dias. A intervenção levará o serviço de abastecimento de água e saneamento a cerca de 80 alojamentos.

A Vimágua, empresa municipal que gere estas infraestruturas alerta para o condicionamento do trânsito automóvel em algumas ruas.

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Vimágua alerta clientes para benefícios de inserção do número de contribuinte nas suas faturas
Sexta-feira, Janeiro 16, 2015

Em comunicado emitido pela Vimágua, é lançado o alerta a todos os clientes daquela empresa intermunicipal, para a necessidade de inserção do número fiscal nas faturas para que estas possam ser consideradas em matéria de dedução no IRS de 2015.

Os responsáveis da Vimágua lembram que, com as recentes alterações em sede de IRS para 2015, os contribuintes que pretendam ver as suas despesas de água e saneamento comtempladas para efeitos de dedução, deverão assegurar-se que as faturas emitidas pela entidade fornecedora (Vimágua) contêm o seu número de contribuinte. Só nessas circunstâncias, as mesmas, poderão ser consideradas para efeito de dedução no IRS de 2015.

Nesse sentido apelam a que, caso esse número não conste dos referidos documentos, procedam à regularização dos dados de cliente, podendo fazê-lo por email (vimagua@vimagua.pt), carta (Rua Rei do Pegú, n.º 172, 4810-025, Guimarães), telefone (253439560), ou, diretamente, quer presencialmente nos balcões de atendimento da Vimágua quer recorrendo aos serviços do balcão digital.

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Vimágua garante qualidade do abastecimento de água à rede pública
Sexta-feira, Janeiro 16, 2015

Questionada pelo REFLEXO a propósito das recentes alterações das características das águas do Rio Ave, a entidade responsável pela captação e abastecimento de água, garante a boa qualidade da água da rede.

Decorrente das recentes alterações das características do rio Ave, nomeadamente com a alteração da cor da água, cujos motivos estarão a ser investigados pelas autoridades competentes, a Vimágua garante em resposta a questões formuladas pelo REFLEXO, que se mantém a boa qualidade da água para consumo.

Segundo Armindo Costa e Silva, administrador da Vimágua, a garantia da boa qualidade da água é baseada em recolhas sistemáticas de amostras da água, que são alvo de análises microbiológicas e físico-químicas.

A entidade que gere a captação, tratamento e o abastecimento de água em Guimarães esclarece ainda que, sempre que se registam alterações da qualidade da água no Rio Ave, junto das captações, nomeadamente a de Prazins (Stª. Eufémia), as mesmas são reportadas às autoridades ambientais.

Armindo Costa e Silva lembra ainda que a Vimágua, em 2012, apresentou à entretanto extinta Administração da Região Hidrográfica do Norte uma proposta de delimitação dos perímetros de proteção das captações de água, “onde foram identificados, detalhadamente, os perigos ambientais e avaliada a vulnerabilidade e o risco à poluição das massas de água”. O referido documento estará agora na posse da entidade que tutela a pasta do ambiente – a Agência Portuguesa do Ambiente.

Recorde-se que os episódios em que a alteração das características da água que corre no Rio Ave se tem registado com alguma frequência, sendo de notar a olho nu a cor cinzenta da água. Esta constatação deu já motivo para uma reunião de emergência, por iniciativa do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, para pôr cobro àquilo que diz serem “recorrentes atentados ambientais no Rio Ave”.

A reunião está marcada para segunda-feira, dia 19, às 15.30 horas e juntará à mesma mesa a Câmara Municipal de Guimarães, a Agência Portuguesa do Ambiente do Norte e o Comandante Territorial do Serviço de Proteção da Natureza, Ambiente e Proteção Animal (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana.

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Vimágua alerta para falsas cobranças
Sexta-feira, Março 9, 2012

A Vimágua lançou um alerta para a possibilidade de se estarem a verificar, em santo Estêvão de Briteiros, situações de falsas cobranças em nome da empresa.

O Conselho de Administração da Vimágua emitiu um comunicado alertando para o facto de terem conhecimento de que os alguns utentes da empresa, em Santo Estêvão de Briteiros, estarem a ser abordados por pessoas que se fazem passar por funcionário da Vimágua no intuito de lhes ser cobradas dívidas.

A Vimágua alerta para a falsidade deste tipo de cobranças informando mesmo toda a população que a empresa “não faz cobrança porta a porta”.

Deste modo, os utentes, quando abordados por indivíduos que se façam passar por funcionários da Vimágua para qualquer tipo de cobrança, deverão, de imediato, alertar as autoridades policiais competentes.

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Vimágua desconselha consumo da água da rede pública
Sexta-feira, Outubro 9, 2009

A empresa responsável pelo fornecimento de água aos concelhos de Guimarães e Vizela aconselhou os consumidores a não beberem água da rede pública.

A empresa responsável pelo fornecimento de água aos concelhos de Guimarães e Vizela aconselhou os consumidores a não beberem água da rede pública.

O aviso partiu da própria administração da empresa municipal, em declarações à Lusa.

“A água de abastecimento público não reúne condições de segurança para consumo, pelo que apelamos a todos os utentes que não bebam água do sistema público de abastecimento”, refere um comunicado da Vimágua, a empresa responsável pelo abastecimento de água aos concelhos de Guimarães e Vizela.

A decisão, tomada esta manhã pelo conselho de administração da empresa, tem a ver com a “turbação” da água distribuída aos 56 mil consumidores.

As causas da má qualidade da água não foram comunicadas, suspeitando-se que apenas que haja alguma relação com as fortes chuvadas do início da semana, que poderão ter danificado a rede de condutas.

Texto: Lusa/ Reflexo

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Vimágua gera descontentamento
Terça-feira, Dezembro 18, 2007

Responsáveis da Comissão Política de Guimarães do Partido Social Democrata (PSD) vieram ontem a público denunciar aquilo que consideram ser “uma irresponsabilidade política da maioria socialista vimaranense”.

Na base das criticas está o recente anúncio, por parte da Câmara Municipal de Guimarães, da conversão da Vimágua (empresa intermunicipal desde 2001 em substituição do SMAS) em Sociedade Anónima (SA), tendo como base um recente estudo de viabilidade económica e financeira da responsabilidade do BPI e que aponta para falência técnica da Vimágua até 2010.

Segundo os responsáveis do PSD vimaranense, o mesmo estudo – como forma de evitar essa anunciada falência – sugere a necessidade de ajustar o plano de investimentos, “injectar” directa ou indirectamente dinheiro por parte das Câmara Municipais e aumentar o tarifário da água em 20%, até 2010.

Os sociais democratas, aproveitaram a oportunidade para relembrar que, “quando em 2001 a Câmara Municipal decidiu extinguir os SMAS e juntar-se à CM de Vizela para criar a Vimágua assumiu um compromisso com todos os Vimaranenses. Esse compromisso passava por assegurar um melhor serviço e uma politica de preços ao consumidor que os SMAS não conseguiriam obter. A partir de um estudo encomendado ao BPI aprovou-se um plano estratégico de gestão que garantia aumentos do preço da água junto do consumidor indexados à inflação. (…) em 2003, apenas dois anos decorridos, a Vimágua sentiu necessidade de rever o plano estratégico de investimento, assumiu o compromisso que após aumentos de 2003 a 2006 de 5% nos tarifários, a partir desse ano estariam assegurados apenas aumentos iguais à taxa de inflação”.

Em face deste cenário, e confrontados com um estudo, novamente da responsabilidade do BPI, que apresenta uma realidade diferente daquela que tem sido apresentada ao longo dos últimos anos, a concelhia vimaranense do PSD entende que, “ao invés de termos uma Vimágua forte temos uma empresa a caminho da falência!” pelo que apresentaram publicamente o seu lamento face a toda esta situação.

Ao mesmo tempo, levantam uma série de questões: “Passados estes anos, passados todos estes erros de gestão, falhados os objectivos centrais propostos pela Vimágua tudo fica na mesma? Não há responsáveis?? Ninguém é responsabilizado? O laxismo é tal que se preparam para reconduzir a mesma equipa na nova empresa! Gerir assim é fácil, ou seja, quando se falham os objectivos aumenta-se a água e os consumidores que paguem os erros de gestão”.

A finalizar a conferência de imprensa, os responsáveis da concelhia vimaranense do PSD vincaram não concordar nem aceitar esta forma de actuação política onde a responsabilidade não existe e se resolvem os erros das opções tomadas pelo recurso à bolsa dos vimaranenses.

Texto: Manuel António Silva

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Vimágua passa a SA. Aumentos anuais de 5% no preço da água até 2011
Sábado, Dezembro 8, 2007

A empresa intermunicipal de abastecimento de água e saneamento deverá adaptar-se ao novo modelo de funcionamento das empresas do Estado. Estudo de viabilidade económico-financeira prevê falência técnica da Vimágua até 2010.

A Vimágua, empresa intermunicipal de abastecimento de água e saneamento de Guimarães e Vizela, deverá transformar-se até ao final do ano numa sociedade anónima. Esta alteração decorre da alteração do quadro legal que define o regime jurídico do sector empresarial local.

O novo regime prevê que as empresas municipais tenham um novo modelo de organização e ainda um novo esquema para o seu endividamento. A proposta de alteração, que foi apresentada da reunião de vereadores de 6 de Dezembro, deverá ser aprovada na próxima reunião da Assembleia-Municipal.

Vítor Ferreira, vereador do PSD levantou algumas questões relativamente ao novo Estudo de Viabilidade Económico-Financeira que foi encomendado para servir de sustentação à alteração do regime da Vimágua.

O novo estudo indica que, mantendo-se as actuais condições tarifárias, a Vimágua entrará em falência técnica no ano de 2010, sendo necessária uma injecção de capital por parte das Câmaras Municipais. Vítor Ferreira comparou ainda as previsões do estudo anterior, elaborado aquando da Vimágua em 2001, com os resultados entretanto obtidos.

Não tendo sido registados desvios relativamente às previsões desse primeiro estudo, Vítor Ferreira questiona porque é que agora um novo estudo, seis anos depois, vem anunciar a falência da Vimágua. Avançando com a possibilidade de esta empresa estar a ser mal gerida.

As tarifas da Vimágua deverão sofrer aumentos anuais de 5% até ao ano de 2011. Após esse ano, os aumentos serão indexados à taxa da inflação nacional. Mais uma vez, Vítor Ferreira lamentou o facto de a população ser chamada a pagar a factura pela opção política nas opções de investimento da Vimágua.

Pelo outro lado, Domingos Bragança, negou que a Vimágua esteja a ser mal gerida e referiu ainda que a empresa é modelo a nível nacional no sector. Júlio Mendes disse que a opção do investimento da Vimágua foi mal sucedida por o Governo, na altura do PSD, inviabilizou a comparticipação estatal àqueles investimentos. Finalmente, o presidente António Magalhães lamentou o tom “catastrofista” do PSD e defendeu dizendo que a câmara é prejudicada por ser pioneira em determinados processos.

Texto: Paulo Dumas

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