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Subsídios às Associações Desportivas de Guimarães aprovados por unanimidade
Quinta-feira, Janeiro 21, 2016

580 mil euros de apoios municipais atribuídos aos clubes e associações desportivas do município de Guimarães. O CART é o segundo clube com o valor mais elevado do apoio concedido à formação desportiva.

O executivo vimaranense aprovou por unanimidade, na reunião descentralizada do dia 21 de janeiro, em Brito, a proposta de apoios para construção e requalificação de instalações desportivas e para a formação desportiva.

Na data limite para a apresentação de candidaturas, a 31 de outubro de 2015, estavam devidamente inscritos no Registo Municipal das Associações Desportivas um total de 83 clubes.

No entanto, deu entrada nos Serviços de Desporto da Câmara Municipal de Guimarães um total de 86 candidaturas, correspondendo a 25 pedidos de apoio à construção e requalificação de instalações desportivas, 41 pedidos de apoio à formação desportiva, 15 pedidos de apoio à organização de atividades e eventos desportivos e 5 pedidos de apoio à atividade competitiva internacional e deslocações ao estrangeiro.

Apoio à construção e requalificação de instalações desportivas
Foram submetidas 25 candidaturas para 2015-2016, num valor estimado em cerca de 4,7 milhões de euros. Depois da análise desses processos verifica-se uma atribuição de 230 mil euros para a construção de dois novos relvados sintéticos e para obras de requalificação de espaços desportivos.

A aposta da Câmara Municipal em dotar os principais clubes do concelho com relvados sintéticos, para potenciar o seu desenvolvimento desportivo e a aposta na formação de jovens, tem continuidade este ano com a construção de mais dois relvados sintéticos, um atribuído ao GRCD Candoso Santiago e outro ao União Desportiva de Airão (50 mil euros cada).

A outra grande aposta camarária para a época 2015/16 passa pela requalificação de diversas instalações desportivas. Aqui destaca-se a atribuição de 25 mil euros para o ACD Ases Stª Eufémia e FC Prazins e Corvite. Para a intervenção no pavilhão do CART foi destinada uma verba de 12 mil e 500 euros.

A restante verba foi atribuída da seguinte forma: União Desportiva de Polvoreira, 25 mil euros; Casa do Povo de Fermentões, 12 mil e 500 euros; União Desportiva Torcatense, 10 mil euros; Grupo Desportivo de Selho e ACDR Nespereira, 7 mil e 500 euros e CSP Candoso, 5 mil euros.

Apoio à formação desportiva
Foram submetidas 41 candidaturas para 2015-2016, num valor estimado em cerca de 3,5 milhões de euros. Após a verificação dos critérios de elegibilidade e cumprindo o regulamento, a Câmara Municipal distribuiu 350 mil euros por 43 clubes e associações desportivas. Destaque para os 105 mil euros para o Vitória Sport Clube e os 15 mil euros para o CART, o segundo clube do concelho com o valor mais elevado do apoio concedido.

De destacar ainda os 10 mil euros atribuídos pelos diferentes clubes concelhios, caso, entre outros, do Clube Caçadores das Taipas, Os Sandinenses GDRC, Clube Desportivo de Ponte, Brito Sport Clube e Pevidém Sport Clube.

Por sua vez, ao Clube de Ténis de Mesa das Taipas, ao Centro Cultural Desportivo e Recreativo Vila Nova Sande e à ARCAP – Academia Recreativa e Cultural Amigos de Ponte foi concedida uma verba de 1.500 euros.

Para a formação do Núcleo de Atletismo das Taipas, do Futebol Clube Prazins e Corvite e para Associação Cultural e Desportiva Ases Santa Eufémia a verba concedida foi de 1.250 euros. Finalmente, será ainda de referir que ao Clube de Rope Skipping das Taipas foram atribuídos mil euros para a formação.

Em termos de apoios à realização de eventos o destaque vai para os 15 mil euros concedidos à Associação de Futebol Popular de Guimarães e 7 mil e 500 euros para a Associação de Ciclismo do Minho.

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Subsídio municipal paga metade das licenças do Lar do CSPMJS
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012

A Câmara Municipal de Guimarães aprova esta Quinta-feira a atribuição de um subsídio de cerca de 49 mil euros ao Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa.

Na sequência das obras de construção do Lar de Idosos do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, cujos trabalhos já se encontram no terreno desde finais de Setembro de 2011, a instituição taipense terá de proceder à liquidação de 98 mil euros, junto do município vimaranense, referentes a Taxas e Encargos com Operações Urbanísticas.

Nesse sentido, a referida instituição solicitou apoio à câmara municipal que, considerando a importância social do equipamento e exemplos anteriores, vai decidir, na sua reunião quinzenal desta Quinta-feira, pela atribuição de um subsídio de 50% daquele montante.

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Subsídios, bem dispensável ou mal necessário?
Sábado, Junho 4, 2011

No tempo em que não havia subsídios para isto ou para aquilo, o povo desunhava-se e procurava arranjar-se de qualquer forma dando largas à sua criatividade e ao seu querer fazer

De novo na esplanada, uma brisa agradável sopra do norte, tornando respirável este dia de falso verão. A rua quase deserta, amodorrada, fala de um domingo preguiçoso que convida à reflexão, ao estudo, à leitura.

É bom experimentar o sentimento de pertença a um povo acolhedor, simpático, talvez pouco trabalhador, no momento, fruto das benesses e benefícios que recebe de mão beijada. Ser um “coitadinho” é positivo nos dias que correm. E há quem explore a situação e a aproveite ao máximo. Depois de sermos tão castigados nos impostos e no IRS, interrogo-me sobre todos estes subsídios que nos estão a arruinar e que arruínam a vida de quem os recebe. Quem quer trabalhar se recebe dinheiro sem fazer nada? Algo que está muito mal. Não falta emprego, desde que as pessoas queiram trabalhar. E aí é que está o busílis. Conheço uma “fulana” que ora está de baixa ora está com subsídio de desemprego. Lá os artifícios ou as artimanhas de que se serve para conseguir isso, não sei. E vejo-a nos cafés a fumar o seu cigarro (Quanto é que custa um maço? É de graça?) e também na cabeleireira a pintar o cabelo e a fazer madeixas (Não é barato!). Como elemento trabalhador desta sociedade, sinto-me revoltada por estar a pagar para que calaceiros não façam nenhum e se gozem do dinheiro dos outros. E, se não for mais, temos aí muito campo ao abandono para plantar batatas e milho.

No tempo em que não havia subsídios para isto ou para aquilo, o povo desunhava-se e procurava arranjar-se de qualquer forma dando largas à sua criatividade e ao seu querer fazer; agora, fica sentado à espera de que lhe resolvam os problemas e não aceita qualquer coisa; de preferência, não aceita nada, porque o sistema permite.

Algo vai muito mal neste reino de Portugal e não é só um governo esbanjador que continua a achar que os funcionários públicos vão resolver a crise e que anda a “vender” o país ao crédito estrangeiro. Nós, os tais funcionários públicos milionários e que não fazemos nada, recebemos um valente corte no ordenado, há boatos sobre isto e aquilo a respeito dos subsídios de férias e de Natal, mas … Continua a ser afrontoso ouvir falar dos ordenados de alguns administradores de empresas públicas (já não falo das privadas). Ganham milhões! Porquê? Ganham por cada assinatura ou rubrica que fazem? Nem o mais alto representante da nação tem um ordenado desses! Que ridículos são os ordenados dos nossos governantes, dos elementos primeiros dos funcionários públicos, face a esses outros que assinam papéis e que até põem ou põem pouco os pés no local de trabalho, na empresa…

Bem, não vou falar do que ignoro, mas sinto-me mal com esses ordenadões e com os lucros astronómicos dessas tais empresas (EDP, PT…), quando o país está à beira da bancarrota. Somos nós os explorados, somos nós que pagamos a fatura todos os meses. Qual é o interesse de que eles ganhem milhões e o povo fique cada vez mais endividado? Por que não diminuem os preços dos bens consumíveis que vendem? Por que temos a eletricidade mais cara da Europa? E não vou falar do sector privado (repito), para não entornar o caldo de vez. Tantas empresas a fechar… mas os BMW e os Mercedes continuam às portas dos patrões. Mais uma vez, quem padece é a arraia miúda.

Ah! É tão bom pertencer à massa anónima e saber que me levanto e que, provavelmente, me deito descansada, porque não sou ninguém com “peso social” que possa levar um maluco ou um psicopata ao estrelato! Se bem que este país de brandos costumes não conhece o perigo. É estudar as sondagens… “Quanto mais me bates mais gosto de ti” diz o ditado e o portuguesito continua a ser-lhe fiel. Infelizmente! Oxalá a realidade venha a ser diferente!

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Subsídio de 3,2 milhões de euros. Esperam-se 200 empresas e 4000 empregos em 15 anos
Sábado, Abril 7, 2007

Em entrevista à Lusa, publicada no site da RTP, Carlos Remísio fez esta semana um ponto de situação sobre o Ave Park.

o Ave PArk recebeu um subsídio de 3,2 milhões de euros do Governo, para fazer face ao investimento que já ronda os 12 milhões de euros.

A propósito deste investimento, a Lusa entrevistou Carlos Remísio, que referiu que os resultados deste investimento será a instalação de cerca de 200 empresas e a criação de 4000 postos de trabalho qualificados num período de 10 a 15 anos.

O arranque está previsto para Outubro com o edifício central e com 10 empresas na Incubadora de Empresas Tecnológicas da SpinParque.

Simultaneamente serão construídas as instalações de empresas ligadas à investigação ou produtos tecnológicos, nas áreas da biotecnologia, saúde e construção civil.

O espaço terá também serviços de apoio, como um hotel, bares e restaurantes e zonas de lazer.

“Para além das tecnologias, estamos numa zona florestal e campestre de que queremos usufruir”, disse Remísio Castro à Lusa.

A notícia completa pode ser lida em:
RTP/Lusa

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Subsídios para festas populares deverão ter novas regras (2 comentários)
Quinta-feira, Outubro 26, 2006

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães garantiu que os subsídios aprovados serão pagos até ao fim do ano, assim que resolvidos problemas de tesouraria. Mas foi avisando que se gasta muito dinheiro com as festas populares.

A distribuição dos subsídios aprovados pelo executivo camarário será feita até ao final do ano. A garantia parte do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, António Magalhães, durante a reunião quinzenal da vereação. António Magalhães justificou que alguns dos atrasos com os pagamentos são devidos a dificuldades ao nível da tesouraria, o que ficará resolvido até ao fim do ano. No entanto, essas transferências apenas serão efectuadas se não se verificarem irregularidades no objecto a que se destinam.

A atribuição de subsídios pela Câmara Municipal para a realização de festas populares deverá guiar-se por novos critérios. Magalhães referiu que, o que começou por ser uma ajuda simbólica, passou a ser uma regra. Por isso, no próximo ano, as comissões de festas terão que cobrir parte das despesas no pedido e fornecimento de electricidade para as manifestações populares de índole popular, garantiu o líder do município.

Rui Vítor Costa, do PSD, usou da palavra para levantar a questão da delegação de competências nas Juntas de Freguesia, referindo o exemplo de Fafe. António Magalhães respondeu que as competências, a ser delegadas nas freguesias, serão feitas sob a forma de protocolos. Segundo o presidente, esta modalidade permite garantir a efectiva aplicação das verbas.

Sobre o AvePark, Salgado Almeida, eleito pelo PCP, entende que os insistentes rumores sobre a instalação do Instituto Ibérico de Inovação (3ID) em Braga, está a tirar algum brilho à nomeação de Guimarães para Capital Europeia da Cultura. Referiu-se a uma potencial negociação que daria o instituto em troca da capital europeia e que o resultado dessa negociação pouco beneficiará o concelho.

Sobre esta questão, António Magalhães respondeu que nunca foi prometido a Guimarães o instituto ibérico: “as declarações do Primeiro-Ministro foram interpretadas da forma que, para nós, eram mais convenientes” – referiu o autarca.

Magalhães confirmou que o que foi feito foi mostrar as condições que Guimarães tem para receber o instituto no AvePark, aguardando-se agora o relatório final, que está a ser preparado por Jose Ribas da Universidade de Santiago de Compostela. Por fim, desdramatizou a questão dizendo que, com a localização em Braga do 3ID, haverá sempre mais-valias para a região e para o concelho.

Texto e fotos: Paulo Dumas

COMENTÁRIOS A ESTA NOTÍCIA
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Dizer com tanta clareza que não foi prometido! Então pergunta-se: foi promessa o governo nomear Guimarães à candidatura de Cidade Europeia da Cultura? Deve-se também perguntar: então, porquê tanto empenho ao longo dos últimos tempos para que o referido instituto não fosse para a capital do Minho?
Esta forma de tentar baralhar os munícipes, não atentos, é fácil!
O que fica no seio destas questões resulta num só sentido, é que, “contra o que está decidido ninguém tem argumentos!” Com este tipo de “batotice política”, nesta guerra sem fim entre cidades, as Taipas e esta região já perdeu entre outras, ter cá instalado a Universidade do Minho (pólo único, entre cidades), como se previa inicialmente. A história repete-se e volta-se a perder devido a outras circunstâncias dissimuladas. É lamentável, pois com este “absortismo” corrompe-se um melhor futuro para esta região das Taipas.
Ângelo Freitas 2006-10-27 01.33h

Com estas declarações, ainda há dúvidas sobre onde ficará localizado?
Fernando Teixeira 2006-10-27 08.58h

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