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Sem vestígios do passado
Terça-feira, Agosto 2, 2005

As remoções de terra nos três primeiros dias da obra foram acompanhados por uma arqueóloga que nada encontrou de impeditivo para que a obra avançasse.

Tal como tínhamos avançado na última edição do Reflexo, tiveram início no passado dia 5 de Julho as obras de construção do Centro Paroquial.
Durante os três primeiros dias o arranque das obras foi devidamente acompanhado por uma arqueóloga destacada para o local. Como se sabe, dada a proximidade da Ara de Trajano, toda a zona envolvente está classificada como tendo uma elevada probabilidade de se encontrar vestígios históricos importantes. Devido a esta situa-ção, os promotores da obra tiveram de proceder ao desaterro com algum cuidado suplementar e sempre supervisionado pela arqueóloga Andreia Arezes.
Durante este período foi somente encontrado um bocado de uma telha que pelas suas cara-cterísticas, poderá ser de uma casa do tempo dos romanos. Este objecto, por si só, não terá grande valor e não foi impeditivo de as obras continuarem.
Andreia Arezes afirmou ao Reflexo que acalentava a esperança de encontrar algo mais importante pois, como referiu, existem indicações de que os banhos romanos podem estar relativamente próximos da Ara de Trajano. Tal não se verificou, de certa forma com alívio para os promotores da obra, que assim podem avançar sem mais sobressaltos. Andreia Arezes acrescentou ainda que somente em caso de um achado de importância relevante é que as obras teriam sido suspensas.
alfredo@reflexodigital.com

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Tal como tínhamos avançado na última edição do Reflexo, tiveram início no passado dia 5 de Julho, as obras de construção do Centro Paroquial.

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Durante os três primeiros dias o arranque das obras foi devidamente acompanhado por uma arqueóloga destacada para o local. Como se sabe, dada a proximidade da Ara de Trajano, toda a zona envolvente está classificada como tendo uma elevada probabilidade de se encontrar vestígios históricos importantes. Devido a esta situação, os promotores da obra tiveram de proceder ao desaterro com algum cuidado suplementar e sempre supervisionado pela arqueóloga Andreia Arezes.
Durante este período foi somente encontrado um bocado de uma telha que pelas suas características, poderá ser de uma casa do tempo dos romanos. Este objecto, por si só, não terá grande valor e não foi impeditivo de as obras continuarem.
Andreia Arezes afirmou ao Reflexo que acalentava a esperança de encontrar algo mais importante pois, como referiu, existem indicações de que os banhos romanos podem estar relativamente próximos da Ara de Trajano. Tal não se verificou, de certa forma com alívio para os promotores da obra, que assim podem avançar sem mais sobressaltos. Andreia Arezes acrescentou ainda que somente em caso de um achado de importância relevante é que as obras teriam sido suspensas.

alfredo@reflexodigital.com

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