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Reunião de Câmara descentralizada em S. Torcato registou situação inédita
Segunda-feira, Dezembro 15, 2014

O executivo esteve em minoria na votação do ponto 15, regularização de dívida de €615.395,00, a transferir para a AMAVE. Domingos Bragança, Amadeu Portilha e Ricardo Costa, face aos cargos desempenhados na AMAVE, estiveram impedidos de votar.

A proposta viria, no entanto, a ser aprovada com os votos favoráveis da coligação Juntos por Guimarães e do PS. Caso os quatro vereadores da coligação Juntos por Guimarães tivessem votado contra, esta proposta teria sido chumbada, pois os três vereadores socialistas que puderam votaram não teriam sido suficientes, já que Torcato Ribeiro, da CDU, se absteve neste ponto.

Caso tivesse sido registado um empate, tal como questionou André Coelho Lima, “Quem é que detinha o voto de qualidade?”. A questão foi lançada já que, no ponto 5, relativamente a um recurso hierárquico de um despacho proferido por Domingos Bragança sobre a realização de um edifício destinado a habitação na freguesia de Atães, face ao impedimento do presidente da Câmara em votar, foi o vice-presidente Amadeu Portilha a “desempatar” a votação, exercendo o voto de qualidade. Neste ponto, a oposição votou contra a proposta apresentada pelo executivo vimaranense.

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