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Programação dos equipamentos da Oficina assente nos “eventos-âncora”
Sábado, Setembro 24, 2016

Centro Cultural Vila Flor, CIAJG e Casa da Memória de Guimarães apresentaram as opções programáticas destes equipamentos para a próxima temporada de 2016/2017.


A programação da cooperativa A Oficina, que gere vários equipamentos culturais na cidade Guimarães, apresentou as linhas gerais da programação cultural para a temporada 2016/2017.

O próximo ano será marcado pela continuação do trajecto de afirmação dos eventos-âncora que têm sido desenvolvidos, apostando assim numa lógica de continuidade com o que sem vem fazendo nos últimos anos.

A equipa de direcção apresentou algumas ideias que deverão surgir no próximo ano em Guimarães. Rui Torrinha, director artístico do Centro Cultural Vila Flor, fez referência à afirmação de Guimarães como cidade de criação, processo sustentado no investimento da cidade e no exemplo que tem sido o Centro de Criação de Candoso.

Os destaques da programação da temporada começam com os 25 anos do Guimarães Jazz. A aposta da programação continuará a assentar ainda nos trabalhos em co-produção, que ligam o CCVF a outros teatros nacionais e internacionais.

O Centro Cultural Vila Flor tem, neste momento, cinco evento âncora, nos quais se alicerça toda a programação anual. Guidance, Festivais de Gil Vicente, Manta, Westway Lab e o Guimarães Jazz deverão imprimir a cadência habitual do CCVF, que cumpriu estes dias o seu 11.º aniversário.

O Centro Internacional das Artes José de Guimarães – CIAJG e a Casa da Memória, os mais recentes equipamentos vimaranenses, continuarão a construir os seus programas. Nuno Faria destacou o LandArt – Festival da Paisagem e os Encontros para do encontro Além da História, que terá como figura central o escritor Herberto Hélder.

Catarina Pereira, da Casa da Memória de Guimarães, descreveu o trabalho que tem sido desenvolvido, sublinhando as características particulares deste equipamento. A Casa da Memória deverá continuar o trabalho de recolha e reconstituição da memória vimaranense, ao mesmo tempo procurará formas de afirmar-se no circuito cultural da cidade e da região.

Marcos Barbosa de saída
O director do Teatro Oficina, Marcos Barbosa, passará o testemunho a João Pedro Vaz no princípio do ano. Desde 2008 que Barbosa liderava os destinos artísticos da companhia vimaranense, de onde parte para Lisboa onde irá liderar a agenda cultural da Carpintaria de S. Lázaro.

João Pedro Vaz vem da Comédias do Minho, projecto que lidera desde 2009 e cujo trabalho vem sendo desenvolvido em vários concelhos do Minho. O novo director do Teatro Oficina passará a exercer funções plenas a partir de Janeiro de 2017.