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Plano de defesa do ambiente apresentado: “Guimarães mais verde conta com Ponte”
Quinta-feira, Agosto 25, 2016

Sérgio Castro Rocha apresentou novo projeto em defesa do meio ambiente para a vila de Ponte. Enquadrado na criação das chamadas “Brigadas Verdes”, o autarca pretende “ir mais longe”.

O projeto “Criar” enquadra-se no âmbito da Capital Verde Europeia, objetivo da Câmara Municipal de Guimarães para 2020, e irá desenrolar-se em duas vertentes, como referiu Sérgio Castro Rocha: “Aceitamos o desafio da Câmara de Guimarães e já criámos uma “Brigada Verde” para se promover a qualidade ambiental, atuando na identificação dos focos poluidores, numa primeira fase, e depois proceder às respetivas intervenções. Simultaneamente, vamos ter um espaço, que já está identificado, onde será instalado uma espécie de horto, onde teremos a criação de árvores e outras plantas com o objetivo de embelezar a vila de Ponte”.

Relativamente à Brigada Verde, o presidente da Junta de Ponte avançou que já existem 80 inscritos, mas que pretende que toda a população de Ponte se envolva nesta ação, apostando na vertente pedagógica e nas parcerias com as diferentes associações da vila.

Este projeto foi apresentado na manhã do dia 20 de agosto e enquadrou-se num conjunto de inaugurações promovidas pela Junta de Freguesia de Ponte e pela Câmara Municipal de Guimarães. Nessa manhã, acabou por ser inaugurado um parque infantil e de lazer situado na Travessa Nova de Fonte Cova, um novo espaço de fitness no parque da Ínsua, a requalificação integral da Fonte dos Casais, na Rua Dr. Hugo Almeida, e a cedência de espaços para as sedes dos Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar e do Grupo Folclórico da Vila de Ponte, ambas situadas nas instalações da Junta de Freguesia (antiga EB1).

Neste périplo pela vila de Ponte, esteve presente Domingos Bragança que centrou as suas intervenções no objetivo que o executivo que lidera tem de pugnar pela “Capital Verde Europeia”. Aproveitando a sua presença no parque da Ínsua, o presidente da Câmara defendeu que não pode ser visto como uma utopia devolver o rio Ave às pessoas e que não se pode continuar de costas voltadas para a natureza: “Estamos nas margens do Ave e dizem-me que é uma utopia ou um sonho pensar nas águas do rio Ave límpidas e nas suas margens a serem usadas e fruídas. Temos de voltar a ter o direito de, no final de semana ou no final do dia, podermos vir a um destes parques, como o da Ínsua, e tomar um banho nas águas do Ave”. Domingos Bragança concluiu dizendo que é possível criar uma ligação pedonal entre Ponte e Campelos ao longo do rio e que tudo fará para que se possa deixar aos vindouros “um planeta melhor do que aquele em que estamos a viver”.