Parabéns ao CART
Segunda-feira, Maio 1, 2006

O CARTaipense está de parabéns por ter consumado a subida à II Divisão Nacional em Hóquei em Patins. Numa altura em que a modalidade perde algum relevo a nível nacional, não deixa de ser notável o empenho dos responsáveis desta agremiação de Caldas das Taipas. Primeiro: pela aposta feita; segundo: por ter criado condições para o decurso das respectivas actividades. Em suma, são pessoas como as que estão à frente do CARTaipense que devem servir de exemplo para a comunidade. Tudo se deve, quanto a mim, a um projecto sustentado, com capacidades para vingar no futuro. E só assim é possível colher frutos e garantir vida às associações. O CARTaipense está vivo, com um futuro risonho, basta dar continuidade ao parâmetros definidos por esta direcção. E espero que este feito desportivo sirva de motivação para os dirigentes manterem-se no activo, sem deixar arrefecer o fulgor visível. Por isso, ficam os votos de melhores sucessos para o CARTaipense na II Divisão Nacional.

Noutro prisma, deixo ainda um olhar superficial pelo mundo do futebol. Mas que raio de mundo este! Falta ainda uma jornada para terminar o campeonato da Super Liga, o Vitória de Guimarães está com um pé na Liga de Honra, já que as esperanças na manutenção são muito remotas. Como é possível um clube da dimensão do Vitória ser superado por outros concorrentes no panorama desportivo! Quem deve ser responsabilizado por tal falha? Afinal de contas, há mais de 48 anos que o Vitória de Guimarães não vivia um período tão negro como o actual! O actual presidente apregoou aos ventos o desejo de combater o passivo do clube, a verdade é que o clube continua mergulhado numa crise financeira e, sem resultados desportivos visíveis, ainda mais se afunda, já que perderá, por certo, receitas para o futuro, Imaginem, por exemplo, o valor que voa pela perda dos direitos de transmissão televisiva? Quase 50% do valor do orçamento anual!

Enfim, uma vez mais se encaixa aqui o exemplo do CARTaipense. A missão das pequenas colectividades são iguais às grandes. A dimensão é que é diferente.

Como no primeiro caso, os projectos devem ser sustentados em factos e não em… ideias sem fundo!