Para Constantino Veiga o concelho é gerido como no período medieval
Quinta-feira, Janeiro 31, 2013

Escola do Pinheiral, iluminação da vila, passadeiras, CEC 2012 e Avepark, foram os temas centrais discutidos na última reunião do executivo da Junta de Freguesia de Caldelas.

A primeira reunião ordinária da Junta de Freguesia de Caldelas de 2013, realizada a 26 de Janeiro, ficou marcada por forte críticas à Câmara Municipal pela sua última intervenção na vila, caso da escola do Pinheiral, pela falta da resolução da má iluminação pública em diversas áreas da vila e pela falta da repintura de passadeiras. Ainda houve tempo para a “oportunidade perdida da CEC 2012 para o concelho” e as mudanças no Avepark.

A escola do Pinheiral, recentemente reaberta após uma remodelação que demorou quase dois anos a ficar concluída, mereceu o destaque desta reunião da Junta de Freguesia. Para o seu presidente, trata-se de um edifício que parece que “já tem 10 ou 15 anos, tal o estado em que se encontra”. Lamentou o facto de a Junta nunca ter sido contactada durante todo o seu processo de construção e, por isso, afirmou que a “Câmara Municipal de Guimarães é a única responsável pela situação que a escola atravessa”. Constantino Veiga acrescentou que a Câmara Municipal tem uma gestão como “a do período medieval, onde só conta a cidade” e onde a Junta de Freguesia só existe para “atribuir verbas à associação de pais para esta pagar aos seus funcionários, colmatando uma obrigação da Câmara Municipal”.

No período antes da ordem do dia, Constantino Veiga informou que esteve na Câmara Municipal para fazer um ponto da situação sobre os cortes na iluminação pública. O presidente da Junta de Freguesia referiu que tinha uma promessa que a Câmara iria atender as juntas de freguesia relativamente a alguns pontos de luz que foram cortados mas que causam manifestos prejuízos para os moradores e colocam em causa a sua integridade física. O assessor de Domingos Bragança terá referido que a EDP já tem a informação necessária, o problema é que a EDP cobra quinze euros por cada lâmpada e a Câmara não terá dinheiro para as colocar. Constantino Veiga defende que se trata de uma responsabilidade da Câmara pois, como afirmou, quando reduziram os postes de iluminação a Junta de Freguesia não foi tida nem achada, “utilizaram os critérios que entenderam, não consultaram as juntas para nada e agora o problema já é dos autarcas”.

Conheça mais desenvolvimentos sobre estes e outros assuntos, tratados na referida reunião, na edição de Fevereiro do jornal Reflexo, nas bancas esta Sexta-feira.

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