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PSD defende diálogo entre Junta e Câmara
Quinta-feira, Setembro 11, 2008

Na reunião do executivo, PSD votou contra a atribuição de um subsídio ao Conquistadores – Moto Clube de Guimarães para apoio à realização da concentração motard. Rui Vítor Costa entende que a Câmara deverá ouvir a Junta de Freguesia. Magalhães acha que a Junta deve ouvir a Câmara.

Após o período de férias, o grupo de vereadores da Câmara Municipal de Guimarães teve a primeira reunião, com uma agenda mais extensa que o habitual.

O PSD votou contra a atribuição de um subsídio ao Conquistadores Moto Clube de Guimarães para a realização da décima terceira concentração motard. Em causa estava a instalação de um contador eléctrico assim como a cedência de técnicos electricistas. O valor estimado do subsídio ascendia a cerca de 1.800 euros.

Rui Vítor Costa justificou o seu voto contra com o argumento de esta ter sido a terceira concentração motard realizada na vila contra a vontade da Junta de Freguesia ou sem que esta autarquia tenha sido auscultada. O vereador do PSD entende que deverá existir diálogo entre a Câmara de Guimarães e a Junta de Freguesia de Caldelas a este respeito e que o presidente da Câmara deverá ouvir o presidente da Junta.

Constantino Veiga terá, segundo António Magalhães, enviado uma carta a este dirigida, dando conta da sua insatisfação com a situação corrente, dias antes da concentração. Em resposta a Rui Vítor Costa, Magalhães disse que quem deve pedir uma audiência é o presidente da Junta de Freguesia e não deverá ser o presidente da Câmara a pedir uma audiência ao presidente da Junta. Sobre este ponto o autarca disse ainda que tem conhecimento de que a população taipense gosta do evento e que o comércio sai beneficiado com a concentração motard.

Da agenda fazia também parte a votação de um subsídio atribuído ao Movimento Artístico das Taipas, no valor de cinco mil euros, para a realização da edição de 2008 do Barco Rock Fest. A proposta foi votada e aprovada unanimemente por todos os vereadores.

Antes de entrar na agenda, António Magalhães informou os presentes de que o processo de instalação da GNR em S. Torcato está para avançar em breve. Antes porém, haverá que resolver um imprevisto: alojar os funcionários do Ministério da Agricultura que estavam no edifício.

Texto: Paulo Dumas

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