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O Reflexo deseja a todos um Bom Natal
Quarta-feira, Dezembro 24, 2008

Eis-nos quase chegados ao Natal, acolhendo, com alegria, o dom de Jesus, “o Príncipe da Paz”. A Paz é, de facto, um dom e um valor, uma graça e uma exigência, indissoluvelmente ligados ao mistério do Natal. A Paz está no centro da feliz notícia, que ecoa no coração dos Pastores, na noite santa do […]

Eis-nos quase chegados ao Natal, acolhendo, com alegria, o dom de Jesus, “o Príncipe da Paz”. A Paz é, de facto, um dom e um valor, uma graça e uma exigência, indissoluvelmente ligados ao mistério do Natal. A Paz está no centro da feliz notícia, que ecoa no coração dos Pastores, na noite santa do Natal:
«Paz na Terra aos homens por ele amados» (Lc.2,14)!
Jesus «é a nossa paz» (Ef.2,14).
Jesus é um dom de paz, para todos os homens!

Acolhamos esta Paz, que nos vem assim ter às mãos, que nos beija e nos abraça, como dom surpreendente, bem maior que o mérito de cada um. É uma Paz que vem ao nosso encontro. É uma Paz que passa de cada um de nós para os outros, por meio de um olhar desse amor misericordioso, de Deus que tanto nos quer dar.

Coloquemos este tesouro da Paz sobre os ombros do Menino de Belém (Is.9,5). Pois sabemos bem que trazemos este tesouro da Paz, em vasos de barro (II Cor.4,7), exposto ao risco da quebradiça fragilidade da nossa pobreza humana.

Perante cenários tão trágicos de violência, de sangue, de morte, de terrorismo, de guerra, de conflitos… a que temos assistido nos Noticiários, não basta pedirmos e rezarmos pela Paz nesses Países. Temos que acordar, despertar e gritar com toda a veemência que não podemos de modo algum ficar pelo natal profano, comercial. Não basta sequer celebrar o Natal de Jesus, Príncipe da Paz, mas é preciso, é urgente levá-lo a sério e vivê-lo, para bem de toda a Humanidade!

E peçamos a Jesus, o Deus Menino, que, embalado no seu berço de Luz, nos guarde a todos e para sempre na sua Paz! Votos de um Santo e Feliz Natal e Ano Novo de Paz para cada um de vós, para as vossas famílias, para todas as famílias e para a Equipa do Jornal “O Reflexo”.

Texto: Pe. Luís Martinho

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