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Nos próximos dois anos, 400 novos postos de trabalho serão criados no Avepark
Sexta-feira, Outubro 26, 2007

A primeira empresa a instalar-se no Avepark, em instalações próprias, começará a laborar em Junho de 2008 e criará de imediato 180 postos de trabalho. O contrato foi assinado esta tarde.

Foi esta tarde assinado nas instalações do Avepark um contrato-promessa com a primeira empresa a instalar-se naquele espaço em instalações próprias.

Trata-se do Grupo CRH, de que fazem parte seis empresas cuja totalidade do capital pertence à CRH SGPS, SA, responsável pela gestão estratégica de negócios do Grupo.

A CRH dedica-se à gestão de Centros de Contacto “in house” e conta na sua carteira de clientes, entre outras, com empresas como a EDP, a EDA, a TMN, a PT Comunicações, a TV Cabo, a Portgás e o Banco de Portugal.

Até Junho de 2008, esta empresa criará no Avepark 180 empregos sendo que esse número, nos próximos dois anos, poderá chegar aos 400.

Na cerimónia de assinatura do contrato promessa, o Presidente do Conselho de Administração do Avepark, Prof. Manuel Mota, garantiu que daqui a sete meses o Grupo CRH poderá instalar-se no Avepark com todas as condições que foram contratualizadas.

Protocolo com a Câmara de Guimarães e a Universidade do Minho

Na mesma cerimónia, foi ainda assinado o Protocolo de Colaboração “Autarquia XXI” entre a Câmara Municipal de Guimarães, a Universidade do Minho e o Grupo CRH.

António Magalhães, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, referiu que “o documento assinado vai permitir à Câmara indicar um serviço que possa servir de modelo, uma espécie de protótipo”.

Pelo que nos adiantou, “à partida esse serviço poderá relacionar-se com questões que digam respeito a obras particulares, um serviço muito procurado pelas pessoas e que normalmente arrasta consigo uma série de dificuldades, por exemplo, no que toca a legislação. É sempre muito complexo, muito difícil, mesmo para os gabinetes técnicos especializados, ter informação pormenorizada acerca do que falta, do que é preciso para completar os processos, dos prazos que são precisos cumprir, entre outras coisas. Isso, do nosso ponto de vista pode ser o serviço que mais se ajuste ao protocolo que hoje assinamos. No entanto esse ainda é um assunto que precisa de ser trabalhado, o que vamos fazer a partir de agora”.

Veja mais desenvolvimentos sobre este assunto na edição de Novembro do jornal Reflexo, nas bancas nos primeiros dias do mês.

Manuel António Silva

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