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MAT apresenta concerto didáctico de jazz
Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

Numa parceria com a Jazz Ao Minho, a ideia desta série é aproximar público e músicos, num concerto que se espera interactivo.

Porque é que o jazz parece tão complicado? Porque é que o jazz é uma música para as elites? Porque é que as músicas de jazz são quase sempre tão longas? Se no que toca à música jazz ainda está na idade dos “porquês”, então a melhor sugestão para o próximo fim-de-semana será o concerto didáctico com o contrabaixista e músico de jazz Pedro Cravinho.

Este evento, co-organizado pelo Movimento Artístico das Taipas (MAT) e pela Jazz Ao Minho (JAM), pretende tornar um tradicional concerto de jazz mais interactivo entre os músicos em palco e o público. Durante os intervalos das músicas serão dadas explicações sobre o estilo musical e sobre aspectos curiosos das próprias músicas que serão interpretadas.

Para que jazz deixe de ser um quebra-cabeças, o público presente poderá colocar aos músicos em palco as perguntas que sempre foram motivo de tormento.

Este será o primeiro de uma série de concertos deste género que o MAT e a JAM pretendem levar a cabo. Para já estão marcados dois. Depois se verá, dependendo da adesão do público. O objectivo é quebrar barreiras diante de um estilo musical que se foi fechando sobre si próprio, contrariando as suas próprias origens. O concerto está marcado para as 23.30 horas, no bar N101, em Sande (S. Martinho).

A JAM – Jazz Ao Minho, é uma associação recente (nasceu em 2007), estando sedeada na cidade de Braga. Entre os seus objectivos estão a promoção da música jazz através da dinamização artística e cultural.

Quanto a Pedro Cravinho (já um habitué do espaço N101), nasceu no Barreiro no ano de 1968, tendo-se iniciado com o baixo eléctrico. Começou os seus estudos na Escola de Música do Porto e passou pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian em Aveiro e pela Escola de Jazz do Porto, onde estudou Baixo Eléctrico e Contrabaixo e aulas de Combo sob a orientação de Pedro Barreiros.

Passou pelo projecto Três Tristes Tigres com Alexandre Soares e por outras formações nomeadamente projectos de música celta. A partir da necessidade de criar num contexto mais próprio, Pedro Cravinho fundou o seu trio de jazz , estilo que vem estudando nos últimos anos.

Os concertos regulares continuam no N101, ainda este fim-de-semana tocam os lisboetas Supreme Soul e trazem com eles os tons cinzentos na música urbana inglesa dos anos 1980.

mais informações:
site MAT
página MySpace da JAM
blog N101

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