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Jornal da Escola Secundária vence concurso do Gabinete de Imprensa de Guimarães
Domingo, Fevereiro 3, 2008

O Trigal venceu o III Concurso de Jornalismo Escolar, promovido pelo Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação.

Depois de ter sido premiado pelo concurso do Jornal Público, o jornal da escola Secundária de Caldas das Taipas acaba de obter mais um reconhecimento do trabalho que se vai fazendo na área da comunicação.
De salientar que o jornal Trigal também já tinha sido o vencedor da II edição deste prémio instituído pelo Gabinete de Imprensa.
O júri constituído por Ana Francisca Monteiro, Gabinete de Imprensa de Guimarães; Fernando Capela Miguel, Director do Jornal Povo de Guimarães e Ribeiro Cardoso, Director do Jornal Povo de Fafe atribuiu o primeiro prémio ex aequo ao Trigal e ao jornal Preto no Branco, da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso. O Encontro, da Escola Secundária Francisco de Holanda, e o Camilo Informa, da Escola Secundária Camilo Castelo Branco ficaram nos lugares imediatamente a seguir. De salientar que ainda foi atribuído um prémio de melhor texto jornalístico intitulado “As dificuldades de ingresso no mercado de trabalho”, das alunas Ana Rita e Cristina Fernandes, que frequentaram no 12º ano a Oficina de Comunicação, no ano lectivo 2006/07.
Para a atribuição dos prémios o júri valorizou duas vertentes: “o aspecto global das publicações, designadamente a impressão em formato e papel característicos, e a organização gráfica. No que diz respeito ao conteúdo, foram apreciadas a qualidade jornalística dos textos, a pertinência dos temas e a respectiva ligação à comunidade”.
Relativamente ao prémio melhor texto jornalístico, deliberou o júri destacar o texto “As dificuldades de ingresso no mercado de trabalho”, da autoria de Ana Rita e Cristina Fernandes, 12º ano, publicado na edição de Março de 2007 do jornal Trigal, considerando tratar-se de um “exemplo cabal dos critérios valorizados na vertente conteúdo, em particular o posicionamento crítico relativamente à sociedade e a abertura do jornal à comunidade”.

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