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Intervenção na EB 2, 3 ficará decidida até inícios de setembro
Quinta-feira, Julho 28, 2016

A tomada de decisão está dependente da resposta do Ministério da Educação. Domingos Bragança apontou o início de setembro como data limite para ser tomada uma decisão a reabilitação ou a construção de uma nova escola.

Questionado, no final da reunião de Câmara do dia 28 de julho, sobre a moção aprovada pelo Conselho Geral da EB 2,3, que pedia que a Câmara Municipal se pronunciasse sobre o estado do projeto de construção da nova escola, Domingos Bragança manteve a mesma posição que vem apresentando desde o início deste processo, ou seja, continua, como referiu, a defender a construção de uma nova escola em detrimento de uma intervenção pontual: “Sempre defendi que as Taipas e a sua comunidade educativa têm necessidade de nova escola. Tudo o que se possa fazer na atual é construir sobre estruturas muito frágeis”. Para o presidente da Câmara não se trata da simples remoção do amianto, pois tal implica também a colocação de novas coberturas. Tudo isto seria um desperdício de dinheiro se, passado algum tempo, houvesse disponibilidade para uma nova escola. “Gastar dinheiro numa intervenção neste enquadramento é dinheiro mal gasto. Poderá ser uma obstinação minha, querer para as Taipas uma escola nova que dote a comunidade educativa escolar de excelência em termos de condições materiais na formação dos nossos alunos”, acrescentou o edil vimaranense.

Domingos Bragança afirmou que existe verba para uma intervenção na escola, ao nível da remoção das placas de fibrocimento, intervenções nas instalações sanitárias, no pavilhão gimnodesportivo e também para um refrescamento de salas de aula, “por aqui não existe problema, para a nova escola é que ainda falta financiamento completo”.

A Câmara Municipal de Guimarães está à espera de uma decisão do governo para ser disponibilizado esse financiamento: “Já falei com o senhor ministro da educação, estou à espera de uma resposta. Se tiver o sinal verde avançamos para a escola nova”. Domingos Bragança entende que urge a tomada de uma decisão final, apontando o arranque do novo ano letivo como data de referência: “O limite para tomarmos uma decisão será até ao início de setembro, ou teremos uma nova escola ou uma intervenção. Todos sabem a minha opinião, deveríamos ter uma nova escola de referência a nível regional e mesmo nacional, a requalificação é um remedeio”.

Sobre a moção propriamente dita, Domingos Bragança não teceu grandes comentários, acabando por referir que “percebe e compreende” as preocupações dos alunos, dos funcionários e dos professores, que “vivem intensamente a escola e a necessidade de terem melhores condições”.