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Guimarães de volta à Associação Quadrilátero Urbano
Segunda-feira, Dezembro 16, 2013

Foi por unanimidade aprovado o regresso a esta associação por parte do município vimaranense

Domingos Bragança referiu que a decisão de Guimarães abandonar o Quadrilátero teria sido dele e não de António Magalhães. Sempre teria defendido junto do anterior presidente da Câmara Municipal “que a associação não funcionava, não cumpria o seu papel e a sua taxa de execução não chegava aos 10 por cento”. O actual presidente da Câmara afirmou ainda que tendo sido o principal responsável pela saída também era, agora, o principal responsável pelo regresso: “Ao ser admitido que Guimarães tinha razão quanto ao fraco nível de execução dos projectos do Quadrilátero e de ter ficado decidido que os presidentes de Câmara estariam presentes nas reuniões, muda o âmbito de actuação desta associação. O Quadrilátero, empenhando-se, poderá aproveitar muito bem o próximo quadro comunitário”, justificando desta forma a alteração da posição vimaranense.

Apesar de toda a oposição se congratular com o regresso a esta associação, as fortes críticas a António Magalhães foram a tónica dominante. André Coelho Lima voltou a classificar o abandono como “a maior infantilidade que vi fazer-se na política vimaranense dos últimos anos, nunca vi coisa igual”. Recordou o que terá originado a posição do ex-presidente da Câmara, António Magalhães: “Saiu uma fotografia minha a ilustrar uma notícia do JN sobre a associação em causa, erradamente é certo, e Guimarães saiu do Quadrilátero. Guimarães entrou em 2010 e em finais de 2012, no plano e orçamento para 2013 escrevia-se que os investimentos no Quadrilátero eram decisivos e em Fevereiro de 2013 Guimarães sai do Quadrilátero. É o regresso do bom senso, se se pretende maior eficiência da organização, tem de ser dentro da organização que se promove essa eficiência”.

Torcato Ribeiro congratulou-se pela decisão assumida em reunião de Câmara de 12 de Dezembro mas não adiantou muito mais sobre assunto, reafirmando que se tratou de uma “uma birra do anterior presidente da Câmara, apesar do que hoje referiu o seu actual presidente”.