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GNR e GNR partilham palco em Guimarães
Quarta-feira, Novembro 12, 2008

Ironia do destino: a formação de Rui Reininho, Tóli e Jorge Romão junta-se à Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, depois da polémica da utilização da mesma sigla pelas duas formações. Ser ou não ser um GNR – eis a questão…

Mais de duas décadas depois de terem entrado em conflito por causa da utilização da mesma sigla, os GNR e a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana juntam-se de novo para um concerto no Multiusos de Guimarães, numa altura em que este equipamento cumpre sete anos de existência.

As duas formações juntaram-se em palco pela primeira vez o passado mês de Abril, para um concerto no Pavilhão Atlântico em Lisboa. A reunião repete-se agora em Guimarães, juntando em palco mais de 120 elementos.

Os GNR (sigla que significa Grupo Novo Rock) surgiu no início da década de 1980, com uma formação ligeiramente diferente da que apresenta nos dias hoje, onde pontifica uma das figuras mais carismáticas do circuito artístico português – Rui Reininho. Da sua lavra saíram algumas das músicas mais representativas da música moderna portuguesa como: “Dunas”, “Morte ao Sol”, “Sub-16” ou “Asas (Eléctricas)”.

A Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana foi criada em 1838 (faz este ano 170 anos), a partir de um decreto de D. Maria II. A sua formação é composta por 125 músicos, que são conduzidos pelo Maestro Tenente Coronel Jacinto Montezo.

Os preços dos bilhetes para o concerto em Guimarães custam 10 euros para a plateia ou 15 euros para as bancadas.

Texto: Paulo Dumas

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