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Funcionária dos CTT assaltada na via pública
Sexta-feira, Outubro 12, 2012

Uma funcionária dos CTT das Taipas foi assaltada, na manhã desta Sexta-feira, em plena via pública.

O assalto ocorreu perto da 10 horas da manhã, na Avenida dos Bombeiros Voluntários, na vila das Taipas, quando a funcionária dos CTT se dirigia para o seu posto de trabalho, proveniente de uma instituição bancária taipense onde acabara de proceder ao levantamento de considerável quantia em dinheiro, para pagamento de reformas.

A funcionária foi repentinamente abordada, em plena via pública, por um individuo, a quem entregou as duas bolsas que trazia em mãos tendo, no momento em que o mesmo se colocava em fuga com a colaboração de outros dois que o aguardavam numa viatura Fiat Stilo branca, conseguido recuperar uma delas, precisamente a que guardava o dinheiro levantado na instituição bancária.

Sendo que o prejuízo material do furto acabou por ser reduzido, fica o registo do enorme susto vivido pela funcionária.

O caso está a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Guimerães.

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Funcionários não Docentes da UMinho tomam posição sobre o RJIES
Domingo, Junho 24, 2007

Perante a iminente discussão na Assembleia da República do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), os Funcionários não Docentes da UMinho tomaram posição em forma de Petição, documento que depois de recolhidas as assinaturas necessárias será enviado à Assembleia da República.

Segundo os Signatários desta Petição a perspectiva de aprovação da proposta do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), nos termos que são do conhecimento público coloca um conjunto de interrogações sobre o futuro das Universidades e Institutos Politécnicos. A sociedade civil e particularmente os grupos profissionais que serão afectados por este novo regime têm ainda um papel relevante a desempenhar no sentido de sensibilizar para alguns dos perigos que este novo enquadramento acarreta e eventualmente levar a que sejam introduzidas modificações ao mesmo.

O Regime Jurídico da Instituições de Ensino Superior (RJIES) que está prestes a ser colocado à discussão na Assembleia da República, após aprovação em Conselho de Ministros incorpora um conjunto vasto alterações estruturais ao quadro de funcionamento das Universidades e Institutos Politécnicos.

O texto da petição chama a atenção para o facto desta proposta, a Autonomia Universitária ser atingida mortalmente e o novo modelo de funcionamento, no que aos órgãos de gestão diz respeito, altera de forma radical o quadro vigente até aqui.

A alteração proposta da forma de eleição do Reitor no lugar de consagrar a ideia consensual de eleição através de sufrágio universal ponderado pelos corpos de funcionários docentes, funcionários não docentes e alunos, aponta para uma quase nomeação do Reitor por um novo órgão – Conselho Geral – cuja representatividade poderá ser diminuta, para não dizer inexistente, em termos da Academia.

No que se refere em particular aos funcionários não docentes, a participação destes nos órgãos de gestão das universidades torna-se, senão inexistente, pelo menos residual. Deixará assim este corpo de funcionários de ter um papel activo e relevante na gestão das Universidades e Institutos Politécnicos.

Os funcionários não docentes, segundo os autores da petição, representam uma realidade incontornável no seio das Universidades e Institutos Politécnicos, constituindo-se como parte indispensável para o normal funcionamento das instituições. Cercear a sua representatividade é atentar contra princípios básicos de representatividade democrática.

Em paralelo, as alterações profundas propostas em termos de regime de vínculos, carreiras e remunerações, a indefinição relativa às progressões no curto prazo associada ao processo de Avaliação do Desempenho, deixa os funcionários públicos em geral e os funcionários não docentes da Universidade do Minho em particular, sem bases para poderem projectar os seus anseios e as suas expectativas futuras.

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