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Freguesia de Sande (S. Lourenço) – Os Candidatos
Quarta-feira, Setembro 14, 2005

Quatro candidatos diputarão a presidencia da Junta de Freguesia de Sande – S. Lourenço. António Gonçalves (PS), Manuel Rodrigues (CDU), Joaquim Silva (Lista Independente) e António Macedo (PSD).


CDU – Manuel Rodrigues

Com excepção do ano de 1976, em que concorreu numa lista do PS, Manuel Rodrigues de 56 anos, não mais abandonou a CDU e é por este partido que tem dado sempre a cara nas Eleições Autárquicas, como cabeça de lista. Nascido em Balazar, é metalúrgico e militante da CDU. Na sua passagem, como habitante, em S. Lourenço de Sande, participou e participa ainda na organização das Festas Religiosas do Padroeiro da freguesia. Conforme nos testemunhou, recanditata-se a estas eleições por ver que não há grande trabalho realizado pelo actual elenco da Junta de Freguesia e ao participar nas mesmas não alimenta grandes expectativas em relação à freguesia mas gostaria de, com os seus votos, contribuir para a eleição de um deputado da CDU para a Câmara Municipal. No entanto, vindo a fazer parte da próxima Junta, gostaria de ver a freguesia melhor dotada de valências sociais, nomeadamente com a cobertura do ringue desportivo. A colocação de contentores de lixo em locais estratégicos da vila é outra das suas pretensões.
Em todo o caso, não deixa de apelar aos cidadãos de S. Lourenço para analisarem muito bem a pouca evolução que se tem verificado na freguesia e para não deixarem de votar em consciência.


PS – António Gonçalves

António Gonçalves, empresário nascido em França, conta com 34 anos e será novamente o cabeça de lista pelo PS em S. Lourenço. Reside na freguesia desde muito novo e é militante do PS. É actualmente vice-presidente do CCD S. Lourenço e Chefe de Protocolo do Rotary Club das Taipas. È membro do Rotary Internacional e secretário da Fábrica da Igreja (Comissão Fabriqueira). As principais razões que o levam a recandidatar-se centram-se no facto de querer dinamizar e revitalizar a freguesia uma vez que, segundo o mesmo, nos últimos 4 anos S. Lourenço parou por completo. Pretende, com a sua recandidatura, dar sequência ao projecto apresentado pelo PS em 2001 para a freguesia. As expectativas são altas uma vez que, como afirmou, fará tudo para conseguir ganhar as eleições. Caso isso aconteça, como espera, as suas prioridades serão voltadas para a criação de rede de saneamento básico, legalização e conclusão das obras do cemitério da freguesia e reparação das vias mais degradadas. Fazem parte também das suas cogitações a construção de um Centro de Dia para idosos e ATL devidamente legalizados, conceder mais apoios às colectividades, continuar a realizar os passeios “turísticos”para as crianças e idosos, apoiar no arranjo da zona envolvente da igreja e criar um acesso pedonal condigno ao Castro de Sabroso. Segundo António Gonçalves, S. Lourenço precisa de mudar. A freguesia merece melhor e, por isso, apela aos habitantes da freguesia que analisem bem o trabalho realizado nestes últimos 4 anos e que daí retirem as devidas conclusões.


LISTA INDEPENDENTE – Joaquim Silva

Esta é a 10ª vez que, Joaquim Silva, 60 anos, se candidata a eleições. Por 7 vezes foi candidato em listas do PS (3 como independente e 4 como militante do partido) e nos 3 últimos actos eleitorais, já desvinculado do partido, tem encabeçado uma equipa de independentes. Este comerciante de profissão, nascido em Sta. Eufémia de Prazins e a residir em S. Lourenço há quase 4 décadas foi, durante 21 anos (1980 a 2001), Presidente da Junta desta freguesia, lugar que pretende recuperar nas próximas eleições autárquicas. É actualmente presidente da Direcção do Rancho Folclórico de Sande (S. Martinho) e, como nos referiu, esteve envolvido na génese de todas as colectividades e forças vivas de S. Lourenço. Resolveu avançar para estas eleições por entender que é a pessoa certa, bem como a sua equipa de trabalho, para fazer face à necessidade da freguesia em ser dinamizada. Segundo Joaquim Silva, a freguesia está parada. Há dados credíveis que atestam isso relativamente aos últimos 4 anos. Pretende, pois, retomar o desenvolvimento de S. Lourenço e entende que para isso há muita coisa a fazer. Sem ter entrado em grandes detalhes, foi adiantando que, a franja da população mais idosa, caso seja eleito, será certamente a sua primeira prioridade de intervenção. Deixou clara a sua intenção em ganhar as eleições no intuito de poder levar mais dinamismo à freguesia e, sendo a sua lista recheada de jovens, preparar gente nova para o futuro. Dirige-se, por isso, à população da freguesia, no sentido que comparem o trabalho realizado durante os 21 anos em que esteve à frente dos destinos da Junta, com os últimos 4 e que daí retirem as devidas conclusões, em consciência.


PSD – António Macedo

È o actual Presidente da Junta, eleito pelo PSD em 2001. Conta com 49 anos, natural de Longos e é comerciante. Filiado no PSD, é candidato pelo seu partido desde 2001, sendo esta, a 3ª eleição a que se candidata. Residente em Sande (S. Lourenço), este social-democrata, foi atleta do Centro Cultural e Desportivo (CCD) da sua freguesia. Volta a candidatar-se, como nos referiu, no propósito de continuar a trabalhar para levar a freguesia mais longe, com transparência e dedicação nas ideias que façam de Sande S. Lourenço um conjunto de união em todos os sectores: desenvolvimento, acção social, cultura, desporto e educação. Converter o ringue desportivo da freguesia num pavilhão gimnodesportivo com piso sintético, será uma das suas prioridades no próximo mandato. É, também, sua intenção deslocar o Infantário para as instalações da Escola e converter o actual espaço do infantário num Centro de Dia para reformados e idosos. Pretende acabar as obras de ampliação do cemitério da freguesia bem como, dar continuidade à pavimentação e arranjo das vias, nomeadamente, à Rua do Travanca, já em fase de conclusão. É ainda seu objectivo, voltar a vencer as próximas eleições e, se possível, reforçar a votação do último acto eleitoral. Faz, por isso, votos de que os seus adversários políticos, participem numa campanha digna e honesta e que a população opte por uma equipa capaz de trabalhar para o bem de todos e não só de alguns. Que ao escolherem estejam conscientes e não tenham dúvidas da decisão a tomar.

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