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Empresários reclamam mais oportunidades de formação no sector alimentar
Quinta-feira, Julho 10, 2008

Dificuldades na interpretação e implementação dos regulamentos, associados à falta de formação são alguns dos problemas apontados.

Decorreu no passado dia 9 de Julho, uma Sessão de Esclarecimento direccionada ao Sector Alimentar, na qual estiveram presentes como oradores José Flores, engenheiro alimentar e técnico da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica; e ainda Cláudio Serra – técnico de segurança alimentar.

Durante as intervenções, os oradores percorreram as várias temáticas a que os operadores do sector alimentar deverão estar atentos, nomeadamente ao nível de regulamentos e de procedimentos, entre os quais o sistema de Análise de Perigos e Controlo dos Pontos Críticos, denominado HACCP.

Durante a sessão ficou registado por Cláudio Serra que nem sempre é fácil a aplicação dos regulamentos existentes. A legislação que regula o sector e particularmente na área da segurança alimentar, encontra-se muito dispersa por um elevado número de diplomas legais.

Iguais preocupações foram colocadas pela assistência, na sua maioria operadores do sector alimentar. A dificuldade na interpretação dos regulamentos foi um ponto que englobou muitas das questões feitas à mesa, assim como a necessidade de boa formação na área da segurança alimentar.

Foi o moderador da sessão, Carlos Aguiar, a referir ser fundamental uma formação continuada. Fez passar a mensagem de ser necessário algo mais do que sessões de esclarecimento, que são importantes para tomar nota de alguns problemas e preocupações.

A ACIT anunciou juntos dos seus sócios presentes que está a trabalhar no sentido de organizar formação dentro do sector da higiene e segurança alimentar.

Esta foi uma iniciativa conjunta da Associação Comercial e Industrial das Taipas (ACIT) e da Die Apfel – consultoria e formação, que decorreu no Salão Nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Caldas das Taipas.

Texto: Paulo Dumas

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A Polícia Judiciária através do DIC de Aveiro, no âmbito de uma investigação em curso, localizou e deteve, na zona de Braga, um empresário, com cerca de 40 anos de idade, indiciado na prática de múltiplos crimes de falsificação de documentos e burla. Na investigação têm vindo a ser averiguados os contornos de um esquema […]

A Polícia Judiciária através do DIC de Aveiro, no âmbito de uma investigação em curso, localizou e deteve, na zona de Braga, um empresário, com cerca de 40 anos de idade, indiciado na prática de múltiplos crimes de falsificação de documentos e burla.

Na investigação têm vindo a ser averiguados os contornos de um esquema fraudulento que consistia, essencialmente, na compra, com recurso ao crédito oferecido por empresas financeiras, de bens de elevado valor, como sejam automóveis de gama média/alta e electrodomésticos de tecnologia aperfeiçoada, crédito, este, obtido de forma irregular.

O esquema que implicava o uso de documentação civil e fiscal do potencial candidato desse crédito, obtida sem o conhecimento deste bem como a junção dos comprovativos necessários à instrução do processo de crédito, obtidos de diferentes formas, que vão do uso da documentação que foi entregue com outro propósito, ao uso de documentação, obtida através de furto ou extravio e, ainda, à falsificação de dados dos documentos de identificação, tudo com vista à aprovação e obtenção dos créditos.

Foi possível apurar que através duma firma, do norte do País, e em conluio com o seu gerente, agora detido, foram ludibriadas dezenas de pessoas e empresas financeiras, através da venda simulada desses electrodomésticos.

Na vertente dos automóveis, cuja aquisição foi financiada por esta forma, já havia sido detida uma mulher, com cerca de 45 anos, na posse de inúmera documentação furtada e falsificada, o que permitiu relacionar a sua ligação à empresa do, agora, detido que comercializava os electrodomésticos.

O detido foi sujeito a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido fixada uma caução no valor de 5.000€.

Fonte: PJ

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