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EB Taipas em foco
Terça-feira, Agosto 9, 2016

Um ano extremamente positivo para o Agrupamento de Escolas das Taipas (AET), nomeadamente a Escola Básica das Taipas. Participação em atividades que levaram longe o nome do agrupamento, quer culturais (9.º ano consecutivo com a bandeira do Eco-Escolas desfraldada, 1.º lugar no Eco-Parlamento da CMG, o Zé Pedro do 9.º C a dirigir os trabalhos do Parlamento Jovem na Assembleia da República, a sua menção honrosa nacional no Concurso do PNL “Pintar como quem escreve, escrever como quem pinta”, os prémios a nível do distrito 1970 no 1.º Concurso Literário do Rotary Club de Caldas das Taipas e do Lions, sendo que o 1.º de poesia “Compartilha a paz” a nível nacional, norte e centro e Guimarães para a Liliana do 9.º C, o Dia do Agrupamento, a Páscoa Florida, a VOCYOU2) quer desportistas (equipas femininas de Voleibol iniciadas e infantis campeãs e vice-campeãs da CLDE de Braga, as medalhas de ouro em Rope Skipping, a equipa de Gira-Volei apurada par a fase nacional, o badminton).

Por fim, as Provas Finais do 9.º ano, com os resultados de Português igualando a média nacional (57%) e os de Matemática 55%, superando-os em 8%. Com uma taxa de aprovação de 97%, dificilmente superáveis a nível nacional e uma aprovação global de 100% nos alunos do 9.º ano. O AET tem uma política de ensino virada para os alunos, consciente de que as retenções devem ser uma exceção não a regra, como comprovam os 41 alunos do Quadro de Mérito (só podem ter uma nota inferior a 5), sendo 9 do 9.º ano. O saber, mutável a cada minuto que passa, não é o objetivo último do AET que se pauta pelo fornecimento de ferramentas aos alunos que lhes permitam saber estar e saber fazer, capacitando-os para procurarem, quando necessário, os conhecimentos que lhes fazem falta e permitindo-lhes encarar a vida com segurança e com empreendedorismo, ou seja, interessa ao AET preparar os alunos com qualidade.

Foi um ano, igualmente marcado pela indecisão, pela estupefação, pela angústia de uma promessa de ver uma EB 2, 3 nova a substituir a que está em condições “muito más” para servir esta comunidade quer a nível de infraestruturas (canalizações, saneamento, infiltrações de água, falta de aquecimento) quer a nível da presença de substâncias proibidas por lei na sua construção como o amianto presente nas telhas de fibrocimento dos telhados e das coberturas dos passadiços, tendo sido feita a promessa pela autarquia na reunião a 29 de julho (com a direção, as associações de pais e as juntas de freguesia) de que, a 1 de setembro, arrancará o projeto para construção de uma escola nova que a vila merece ou para as obras de requalificação. A paciência extinguiu-se e a comunidade exige ação.

Fica esta nota de esperança.

Boas Férias!

Professora