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Delegação da Universidade das Nações Unidas é inaugurada dia 24 de Abril
Quinta-feira, Abril 23, 2015

A Unidade Operacional em Governação Eletrónica, funcionará na Zona de Couros em Guimarães e é mais uma das ramificações da Universidade das Nações Unidas, criada em 1972 e que está instalada em doze países.

A Universidade das Nações Unidas é oficialmente inaugurada esta Sexta-feira 24, numa cerimónia protocolar marcada para as 15 horas. A Unidade Operacional em Governação Electrónica da Universidade das Nações Unidas funcionará no Centro Avançado de Formação Pós-Graduada, na zona de Couros, em Guimarães.

A cerimónia contará com as presenças de Miguel Poiares Maduro, Ministro-Adjunto para o Desenvolvimento Regional, assim como David Malone, que é Reitor da Universidade das Nações Unidas; além do edil vimaranense, Domingos Bragança, e António Cunha, Reitor da Universidade do Minho.

Do programa da inauguração faz ainda parte uma palestra que será proferida pelo Reitor da Universidade das Nações Unidades, que versará sobre o rumo do desenvolvimento no curto prazo – “Post-2015 Development Goals” é o título da comunicação.

O protocolo contudo inicia-se hoje, Quinta 23, com um concerto pela Orquestra de Guimarães, dirigida pelo Maestro Vítor Matos, às 21.30 horas, na Igreja de São Francisco. O concerto é de entrada gratuita e contará com a participação especial do violoncelista Pavel Gomziakov.

A Universidade das Nações Unidas encontra-se ramificada por diversos institutos e que tem presença em doze países e funciona como um laboratório de ideias à escala global. Foi criada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 1972. O propósito deste organismo é o de promover a investigação em torno de problemas que afectam o planeta, através da investigação, do ensino e da disseminação do conhecimento.

As instalações da Unidade Operacional em Governação Eletrónica da Universidade das Nações Unidas (UNU-EGOV) ficarão no Campus de Couros, onde se encontra já instalado o Centro Avançado de Formação Pós-Graduada da Universidade do Minho, para que possam ser criadas sinergias entre as duas instituições.

A Zona de Couros tem funcionado como uma réplica do que a Câmara Municipal de Guimarães fez no Centro Histórico. Situada na parte mais baixa da cidade, por onde passa o Rio de Couros, esta zona foi ocupada pela indústria de curtumes, que entretanto foi abandonada. Esta zona faz parte de uma estratégia de regeneração urbana daquela parte da cidade, transformado aquela área, antes tomada por fábricas em ruína, num espaço dedicado à investigação e à criatividade.