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Conheça os motivos que levaram a CM de Guimarães a não apoiar algumas associações taipenses
Quinta-feira, Fevereiro 10, 2011

A Câmara Municipal de Guimarães divulgou recentemente os apoios a conceder às associações desportivas concelhias. Clube Caçadores das Taipas, Clube de Ténis e CART, foram as três colectividades taipenses contempladas.

De fora, como demos conta, ficaram Clube de Ténis de Mesa das Taipas, Clube de Pesca e Clube de Petanca.

Os motivos apresentados pela Câmara Municipal de Guimarães para a não atribuição de qualquer apoio a estas colectividades são diferentes, para casa uma delas.

Assim, no que respeita ao Clube de Ténis de Mesa, apesar de, conforme previsto no novo regulamento municipal de atribuição de apoio às colectividades desportivas, terem realizado com sucesso o Registo Municipal das Associações Desportivas e apresentado uma candidatura de apoio à formação considerada elegível (cumprindo os requisitos de elegibilidade), não cumpriram, no entanto, com os critérios qualitativos, nomeadamente número de praticantes e número de equipas por escalão e modalidade.

No caso do Clube de Petanca os motivos não diferem muito do caso anterior. O Clube realizou o Registo Municipal das Associações Desportivas com sucesso e apresentou uma candidatura de apoio à formação, sendo que apenas apresentou escalões seniores e veteranos, não sendo estes elegíveis. Para além disso, a candidatura apresentada foi considerada incompleta por não ter apresentado a orçamentação detalhada do programa de desenvolvimento desportivo da colectividade.

Quanto ao Clube de Pesca Desportiva, não houve sequer qualquer inscrição no Registo Municipal das Associações Desportivas de Guimarães. Sabe-se hoje que esta associação taipense terá, muito recentemente, passado a fazer parte do CART, com uma nova secção desportiva.

Os critérios qualitativos pelos quais foram avaliadas todas as candidaturas, foram os seguintes:
– Participação em modalidades Colectivas e/ou Individuais;
– Participação oficial em competições desportivas de carácter Regional, Nacional e/ou Internacional;
– Número de equipas por escalão e modalidade;
– Número de praticantes federados e/ou não federados;
– Utilização de instalações desportivas próprias ou arrendadas;
– Informações acerca do pessoal técnico;
– Realização de exames médico-desportivos.