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Coligação JPG apresenta publicamente a sua proposta para a via de ligação ao Avepark
Segunda-feira, Março 23, 2015

A coligação JpG já deu conta do seu desagrado pela forma e conteúdo do documento coordenado pelo professor José Mendes, apresentado recentemente.

A Coligação Juntos por Guimarães promove dia 24 de Março, pelas 12 horas, uma sessão de apresentação da sua proposta para a via de ligação ao Avepark. Esta iniciativa surge após a apresentação do “Estudo de Avaliação do Acesso ao Avepark”, realizado pela Universidade do Minho, a pedido da Câmara Municipal de Guimarães.

A coligação do PSD, CDS-PP e MPT reagiu de forma crítica ao documento da Universidade do Minho, afirmando que continuará a bater-se pela inviabilização da proposta defendida pelo PS-Guimarães e, agora, também advogada pela Universidade do Minho.

A coligação JpG diz estranhar que o estudo produzido por esta universidade “não avalie impactos, não manifeste preocupações arqueológicas, ignore a necessidade de coesão territorial concelhia e, sobretudo, que não contemple uma valoração da perspetiva custo-benefício, tanto económico-financeira como social”.

No comunicado divulgado à comunicação social, a coligação refere ainda que o estudo se limita a analisar as propostas de ligação “sempre e apenas na perspetiva do que é melhor para o Avepark”, o que, como acrescenta, não deveria ser a “única preocupação”. A coligação JpG defende que existe um problema de acesso rodoviário à zona noroeste do concelho de Guimarães, às vilas das Taipas e de Ponte e destas à cidade, “problema esse que não é resolvido na proposta apresentada pela Câmara Municipal e agora tenazmente defendida pela Universidade do Minho!”.

Questiona ainda “a certeza e a segurança científica” do estudo da UM quando este analisa uma proposta apresentada pela coligação JpG em setembro de 2014, “sem ter o cuidado de consultar os seus autores ou proponentes”. A coligação manifesta, desta forma, o desejo de que a UM mantenha a sua imagem de “credibilidade científica e académica por todos reconhecida e uma credibilidade social acima de qualquer suspeita”.

Por estes motivos é que a coligação Juntos por Guimarães afirma que o estudo da UM não passa de uma tentativa de procurar condicionar o debate sobre a via a ser implementada. Os responsáveis do PSD e CDS reafirmam que continuam ao lado “dos vimaranenses e da enormíssima maioria dos que se opõem” à pretensão da Câmara Municipal e que na decisão final devem pesar “as opiniões das pessoas que habitam” a região em causa e que devem ser “os vimaranenses a decidir “o que se faz na sua terra”