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Câmara Aberta
Sexta-feira, Fevereiro 7, 2014

O atual e recém-eleito presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, havia prometido, durante a campanha eleitoral para as autárquicas de 2013, que implementaria a realização de reuniões do Executivo Municipal descentralizadas, fora do Convento de Santa Clara, caso viesse a merecer a confiança dos vimaranenses. Prometeu e cumpriu.

Descentralizar o poder, envolver as pessoas, governar para todos e com todos, estar cada vez mais próximo dos vimaranenses, proporcionando-lhes a possibilidade de, sem grandes transtornos de deslocação, poderem assistir às reuniões do Executivo Municipal. Auscultar e tomar conhecimento das suas dificuldades e ou das suas propostas, foram estas as razões que estiveram subjacentes à promessa feita por Domingos Bragança quando, no dia 6 de julho do ano passado, no Salão Paroquial de Ronfe, tomou esta decisão. E bastaram apenas 6 meses após o anúncio da intenção e quatro após as eleições para Domingos Bragança passar, mais uma vez, das palavras aos atos, realizando aquela que perpetuará para a história do nosso Município como a primeira reunião do Executivo Municipal realizada fora do “imponente” Convento de Santa Clara, sede do Município.

Aconteceu no passado dia 23 de janeiro, na Vila de Ronfe. Pelas 10 horas o Salão Paroquial daquela freguesia vimaranense foi, naquela manhã e durante cerca de 3 horas, o centro de “todas” as decisões Municipais, a sede do nosso Município. Com uma sala “recheada” de gente, autarcas da vila e de outras freguesias vizinhas, de responsáveis de instituições de Ronfe e de um grupo, muito significativo de alunos do Agrupamento de Escolas Abel Salazar, que habitualmente participa na iniciativa Parlamento Jovem.

Mas a iniciativa “Câmara Aberta” não se resume nem resumirá apenas à mudança do local da realização de uma reunião do Executivo Municipal. O modelo delineado por Domingos Bragança vai mais além, dedica o resto do dia à freguesia eleita, com a realização, da parte da tarde e acompanhado pela vereação, de um conjunto de visitas e contactos com as instituições, das mais diversas áreas aí sedeadas: social, desportiva, educação e empresarial, permitindo inteirar-se das eventuais dificuldades, das suas necessidades e anseios.

A avaliar pelas reações de todos os intervenientes, registadas no final desta iniciativa, poder-se-á, com toda a segurança, afirmar que é uma aposta ganha e que as expectativas criadas, em seu torno, foram amplamente superadas. Da esquerda à direita foram tecidos rasgados elogios. Tais como:“…a política de proximidade sai beneficiada com iniciativas destas…” ou “…apela à participação de todos na construção do futuro…”.

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