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CDS acusa Câmara Municipal e o seu presidente de não acautelar os interesses de Guimarães
Quarta-feira, Outubro 24, 2012

A exoneração de Cristina Azevedo da Administração da Fundação Cidade de Guimarães e o processo judicial, por esta interposto, contra a referida Fundação, motivou uma tomada de posição do CDS vimaranense.

O CDS de Guimarães tomou uma posição pública sobre o processo judicial intentado por Cristina Azevedo, ex- Presidente do Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães, contra esta mesma Fundação. Os centristas de Guimarães, num extenso documento tornado público e resultante de deliberação de reunião da Comissão Politica do partido, realizada a 22 de Outubro, consideram o pacto de silêncio acordado por altura da exoneração de Cristina Azevedo como “um arranjinho para que aqueles que se sentam politicamente à mesma mesa, não possam criticar as sucessivas falhas de todos e para que a culpa morra solteira”. Nos 15 pontos que compõem o referido documento, o CDS de Guimarães, não poupa críticas à Câmara Municipal de Guimarães e ao seu presidente, António Magalhães, relembrando que a nomeação de Cristina Azevedo foi da sua “exclusiva responsabilidade” estranhando, ao mesmo tempo, que ainda se mantenha por parte de António Magalhães o “pacto de silêncio quando está declarado a Guimarães e aos contribuintes vimaranenses um pacto de agressão”. Para António Magalhães, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, a referida Nota de Imprensa, “não lhe merece qualquer comentário”.

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